Defesa de Daniel Vorcaro avalia pedir para STF que banqueiro não vá em depoimento na CPMI do INSS
Advogados e integrantes da CPMI ouvidos pelo SBT News também veem chance de depoimento não acontecer se STF entender que atrapalhará investigação em curso na PF

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro avalia pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) alguma medida para impedir a exposição dele no depoimento da CPMI do INSS, marcado para 5 de fevereiro. Uma das possibilidades é solicitar habeas corpus ao STF para que Vorcaro não seja obrigado a depor.
Ainda que legalmente ninguém seja obrigado a produzir provas contra si, Vorcaro quer garantias judiciais de que poderá ficar calado ou até mesmo faltar à sessão. Advogados do caso afirmaram ao SBT News que o fato do banqueiro estar utilizando tornozeleira eletrônica pode ser usado como argumento para apontar que poderia ser situação constrangedora e que restrições sobre sua locomoção estão em vigência.
Integrantes da CPMI do INSS, ouvidos pelo SBT News, também alertam que o STF pode entender que o depoimento aberto à comissão pode atrapalhar a investigação que está sendo realizada pela Polícia Federal. A PF tem até março para concluir o caso.
Se a defesa de Vorcaro formalizar qualquer pedido, a decisão caberá aos relator do processo no STF, ministro Dias Toffoli.
Nesta quinta-feira, Toffoli afirmou em nota que só vai avaliar tirar caso Master do STF quando “encerradas as investigações”.


































































































































