Basília Rodrigues
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Coluna da Basília

Basília Rodrigues gosta de apurar e explicar. Jornalista há 18 anos, é especializada na cobertura de Política e Judiciário. Venceu Troféu Mulher Imprensa, +Admirados Jornalistas Brasileiros, Prêmio Especialistas, NaTelinha/UOL e Engenho.

Política

”Bolsonaro precisa recompor sua mente”, afirma líder religioso e político que tenta visitar ex-presidente

Líderes religiosos que Bolsonaro pediu para receber na prisão são também lideranças políticas. Moraes ainda não decidiu se autoriza assistência religiosa

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Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) | Divulgação/Fellipe Sampaio/STF
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Bispo Robson Rodovalho e Pastor Thiago Manzoni, que tentam autorização da justiça para fazer visitas regulares ao ex-presidente Jair Bolsonaro como forma de assistência religiosa, são também lideranças políticas entre evangélicos e partidos de centro-direita.

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O pedido formulado pela defesa de Bolsonaro está nas mãos do ministro relator Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Rodovalho, que preside a Igreja Sarah Nossa Terra, denominação com mais de 2 milhões de fiéis, afirmou, ao SBT News, que o objetivo é humanitário. “Meu foco seria ajudá-lo como ser humano. Precisa recompor sua mente, suas emoções e sua vontade de viver e lutar com fé. Acho que em situações como essa, a sobrevivência se torna maior do que política”, disse à coluna.

O bispo é presença constante em reuniões e grupos de oração de apoiadores de Bolsonaro. Ex-deputado federal, integrou o antigo PFL e o Progressistas. Auxiliou Bolsonaro junto à comunidade de sua Igreja a coletar assinaturas para criação frustrada do partido Aliança pelo Brasil. Também fez cultos durante as eleições de 2022 pela reeleição do ex-presidente.

Também identificado pelos advogados de Bolsonaro como pastor no STF, Manzoni é secretário-geral do PL no Distrito Federal e preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa (CLDF). Ele é uma aposta do partido, neste ano, para Câmara federal.

Em suas redes, publicou nesta semana um vídeo de defesa dos condenados pelo 8 de janeiro, que diz: “Justiça não é vingança. Democracia não é narrativa. O Brasil vive um momento decisivo”.

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