Política

PF abre inquérito para investigar grupo Fictor, que quase comprou Master

Grupo vai ser investigado por crimes do colarinho branco, como gestão fraudulenta e emissão de títulos sem lastro

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Basília Rodrigues
PF abre inquérito para investigar grupo Fictor, que quase comprou Master

A Polícia Federal abriu, nesta quarta-feira (4), inquérito para apurar se o grupo Fictor, empresa que quase comprou o Banco Master, cometeu crimes contra o sistema financeiro nacional.

Com base na lei 7.492, que estabelece os chamados “crimes do colarinho branco”, vão ser apuradas as práticas de: Art. 4º (gestão fraudulenta); Art. 5º (apropriação indébita financeira); Art. 7º (emissão de títulos sem lastro - equiparados a valor mobiliário); Art. 16 (operar instituição financeira sem autorização).

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Em novembro, o dono do Master, Daniel Vorcaro, contou à investigação da Polícia Federal que estava negociando a venda do banco para o grupo Fictor. O negócio não foi concluído, segundo Vorcaro, porque o Banco Central decidiu pela liquidação extrajudicial do Master.

Nesta semana, o grupo Fictor pediu recuperação judicial sob argumento de que foi vítima de uma crise de liquidez devido ao caso Master.

Procurado pelo SBT News, o grupo Fictor ainda não se manifestou sobre abertura de investigação na PF.

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