Dirigentes do PT descartam Alckmin na disputa em SP e repetição da chapa com Lula está praticamente certa
Vice-presidente já havia manifestado preferência por permanecer em Brasília na disputa ao Jaburu
Integrantes da cúpula do PT afirmaram que as chances do vice-presidente Geraldo Alckmin disputar o governo de São Paulo em 2026 estão praticamente descartadas e que a repetição da chapa Lula-Alckmin está 99% acertada. Apesar da necessidade de um nome forte da esquerda ao Palácio dos Bandeirantes e a resistência de Fernando Haddad aceitar ser pré-candidato, o entendimento do PT é que perder o vice na chapa presidencial seria ainda mais prejudicial.
A composição de Lula com Alckmin é considerada essencial, o vice-presidente dialoga bem com o empresariado, setores produtivo e financeiro, além de suavizar a imagem do petista para o eleitor de centro e mais conservador. Dirigentes do PT afirmam que não é momento de arriscar um novo nome na chapa.
A esperança dos petistas agora é conseguir convencer Haddad a encabeçar a disputa em São Paulo. A expectativa é que Lula consiga convencê-lo até o início do março, quando o ministro deve deixar o cargo na Fazenda. Para auxiliar no convencimento a Haddad, o PT promete liberdade para que Haddad fechar as costuras e articulações nas chapas ao Senado e Câmara.
Com Haddad ao governo de São Paulo, a ideia do PT é destacar a ministra do meio ambiente, Marina Silva, para a disputa ao Senado. Ainda há esperança do partido de convencer Simone Tebet, ministra do Planejamento, a mudar de partido, de estado e disputar o Senado por São Paulo. O nome de Márcio França também figura como um potencial candidato ao Senado, mas dirigentes tem defendido ele como vice na chapa com Haddad.






































