Ranier Bragon
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Coluna do Ranier

Ranier Bragon trabalhou na Folha de S.Paulo por 26 anos, onde foi um dos autores de reportagens que revelaram a evolução patrimonial da família Bolsonaro, o caso Wal do Açaí, as candidaturas laranjas e a fraude das transferências de títulos de eleitores.

Política

Polícia Legislativa montou esquema reforçado para 1a sessão da Comissão da Mulher comandada por Erika Hilton

Policiais pediram à deputada, a primeira mulher trans a comandar a comissão, a atuar no sentido de serenar ânimos

Ranier Bragon

A primeira sessão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara sob o comando de Erika Hilton (PSOL-SP) foi marcada pelo embate de deputadas de direita contra a parlamentar e até por um esquema reforçado da Polícia Legislativa da Casa.

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Policiais chegaram inclusive a pedir a Erika, antes da sessão, que agisse no sentido de serenar ânimos e não de exaltá-los.

Erika foi criticada por deputadas de direita principalmente por chamar nas redes sociais de “imbeCIS” pessoas que atacaram sua escolha.

Primeira mulher trans a comandar a comissão, ela foi eleita por 11 votos contra 10 votos em branco.

Em resposta, a deputada do PSOL disse que criticou nas redes não mulheres contrárias à sua eleição, mas o que chamou de “esgoto da internet” que a teria, inclusive, ameaçado de morte.

A sessão foi marcada ainda, além da lotação, por vários bate-bocas.

Um deles ocorreu quando Fernanda Melchionna (PSOL-RS) chamou de “transfóbica” e “criminosa” a colega Clarissa Tércio (PP-PE), que afirmou que Erika não deveria estar senatada na cadeira onde estava.

Erika Hilton em publicação no X | Foto: reprodução/X
Erika Hilton em publicação no X | Foto: reprodução/X

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