Política

Tebet reforça pré-candidatura ao Senado e diz que grupo terá chapa forte em SP

Articulação para 2026 segue aberta, com indefinição sobre vice e segunda vaga à casa legislativa; Tebet diz não ter preferência por aliado

A ex-ministra do Planejamento e pré-candidata ao Senado em São Paulo, Simone Tebet (PSB), reforçou nesta segunda-feira (4) sua intenção de disputar uma vaga na Casa e afirmou que a chapa majoritária no estado terá um composição forte.

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Segundo ela, a ex-ministra Marina Silva (Rede) deve integrar o grupo e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) pode assumir a coordenação da campanha.

“Estamos falando de pessoas que conhecem o estado de São Paulo e o Brasil. Estamos falando de ex-ministros, ex-governadores, ex-candidatos à Presidência da República. A percepção que eu tenho é que dessa vez [...] São Paulo vai ser decisivo”, afirmou durante entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News.

A composição principal da disputa, que tem Fernando Haddad (PT) como pré-candidato ao governo, ainda está em fase de articulação, com indefinições sobre quem ocupará a vaga de vice-governador e a segunda candidatura ao Senado.

Além de Marina, Márcio França (PSB) também é apontado como nome relevante para integrar o grupo. Todos fazem parte do entorno político do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e já ocuparam ministérios em seu governo.

Ao comentar possíveis nomes, Tebet evitou escolher entre Marina Silva e Márcio França.

“Eu não tenho preferência. Aqui é um somatório. Este é um bom problema que nós temos. [...] Não posso ter preferência e tenho reconhecimento e carinho pelos dois. Acho que os dois são igualmente preparados por toda sua história de vida e estarão de alguma forma na chapa majoritária”, disse.

A ex-ministra também afastou a possibilidade de disputar o cargo de vice-governadora.

“Eu já fui vice-governadora na minha vida e só tem sentido continuar na vida pública se for para ajudar o Brasil e o projeto político que eu acredito que tenha que continuar: que é o projeto da reeleição do presidente Lula. [...] Só faz sentido eu disputar uma vaga no Senado Federal”, disse.

Tebet comentou ainda sua saída do MDB e criticou o rumo atual da sigla.

“O MDB de hoje não é o MDB que eu ajudei a construir”, afirmou, ao avaliar que o partido tem se tornado “cada vez mais fisiológico”. Apesar das críticas, disse torcer para que a legenda passe por um processo de reorganização após as eleições.

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