Justiça de SP mantém condenação de Leandro Lehart por estupro, mas cantor ainda pode recorrer ao STJ
Vítima relatou agressões físicas, racistas, abusos e cárcere privado. Caso ocorreu em 2019 e processo tramita na justiça desde 2021

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a condenação do cantor Leandro Lehart a 9 anos e 7 meses de prisão por estupro e cárcere privado. O crime ocorreu em 2019. Lehart ganhou fama nacional ao liderar o grupo Art Popular, na década de 1990.
O caso tramita em sigilo na justiça. Mas o SBT News teve acesso ao conteúdo da decisão. A 13ª Câmara de Direito Criminal manteve a condenação após o relator do caso, o desembargador Rodrigo Torres, se opor aos embargos da defesa. O acórdão da sessão ainda não foi publicado.
À coluna, a defesa do músico disse que deve apresentar novos recursos. Após o TJ, o caso poderá ir para análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Lehart alega que a relação foi consensual.
A vítima contou que, durante um encontro entre os dois, Lehart teria a agredido, imobilizado e cometido um ato escatológico sem consentimento. Após as agressões, o cantor a deixou presa dentro do banheiro. A vítima contou que a sessão de humilhação também incluiu frases racistas.
Meses depois, ele teria enviado mensagens para vítima, em que assume a culpa e pede perdão.
Muito abalada e em tratamento psicológico, somente em 2021 a vítima encontrou apoio jurídico para processá-lo.






















































































































































































































