Ex-presidente do INSS preso aguarda nova decisão de Mendonça e quer levar caso para 2ª Turma do STF
Defesa de Alessandro Stefanutto aposta em análise colegiada na Corte para tentar reverter prisão por suspeita de desvios milionários

Preso desde novembro do ano passado, o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto não vê a hora do caso ser levado à Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A estratégia da defesa mantém a esperança que Stefanutto deixe a prisão.
Há um pedido de soltura ainda sem resposta nas mãos do relator do caso, André Mendonça. A expectativa é que o pedido seja negado, o que abriria caminho para a questão ser levada ao grupo de ministros da turma.
Stefanutto cumpre prisão no prédio da Papudinha, espaço reservado a presos expostos politicamente no Complexo Penitenciário da Papuda.
A investigação apontou suspeita de que o ex-presidente do INSS tenha recebido R$ 4 milhões do esquema de desvios de aposentados e pensionistas.
Até aqui, o caso está concentrado no gabinete do ministro relator. Mendonça compõe a Segunda Turma com Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Nunes Marques e Luiz Fux.
A defesa nega a acusação e alegou ao STF que não há nenhum investigado no esquema que tenha confirmado o repasse dos recursos.


































































































































































































































