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Caso a medida seja mantida pela Corte, os advogados pedem que o parlamentar possa se reunir com o pai por fazer parte da equipe de defesa.
O recurso foi apresentado contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu as visitas de Flávio por entender que o direito de visita foi usado para uma finalidade diferente da prevista.
A decisão foi tomada depois que o senador divulgou nas redes sociais uma carta escrita à mão por Bolsonaro. Para Moraes, a publicação descumpriu uma das condições impostas ao ex-presidente durante a prisão domiciliar humanitária: a proibição de fazer manifestações em plataformas digitais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
No recurso, os advogados afirmam que a suspensão das visitas de Flávio é desproporcional. Eles argumentam que o contato entre familiares é um direito garantido durante o cumprimento da pena e que só pode ser restringido em situações excepcionais e com justificativa adequada.
A defesa sustenta ainda que Bolsonaro não sabia que a carta seria divulgada nas redes sociais. Segundo os advogados, em dezembro de 2025, uma carta escrita pelo ex-presidente também foi tornada pública por Flávio sem que isso tivesse sido considerado um descumprimento das medidas impostas na época.
Na decisão, Moraes afirmou que, apesar do descumprimento das condições da prisão domiciliar, essa foi a primeira violação registrada desde o início do cumprimento da pena. Por isso, decidiu não determinar o retorno de Bolsonaro ao regime fechado.
O ministro rebateu ainda as críticas de Flávio e de outros aliados do ex-presidente de que a suspensão das visitas do senador teria o objetivo de deixá-lo incomunicável.
Ele também rejeitou o argumento de que a suspensão das visitas de Flávio comprometeria o direito de defesa do ex-presidente.
Segundo o ministro, Bolsonaro é representado por uma equipe de 30 advogados. Desse total, seis realizaram 60 visitas durante o período de prisão domiciliar, o que, na avaliação de Moraes, garante plena comunicação entre o ex-presidente e sua defesa.
Bolsonaro pede que STF reconsidere visitas de FlávioAdvogados pedem que restrição seja revista ou, se mantida, que senador possa atender o pai como advogadoPolítica2026-07-20T20:24:26.411ZA defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta segunda-feira (20) um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar a 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Caso a medida seja mantida pela Corte, os advogados pedem que o parlamentar possa se reunir com o pai por fazer parte da equipe de defesa. O recurso foi apresentado contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu as visitas de Flávio por entender que o direito de visita foi usado para uma finalidade diferente da prevista. A decisão foi tomada depois que o senador . Para Moraes, a publicação descumpriu uma das condições impostas ao ex-presidente durante a prisão domiciliar humanitária: a proibição de fazer manifestações em plataformas digitais, diretamente ou por intermédio de terceiros. No recurso, os advogados afirmam que a suspensão das visitas de Flávio é desproporcional. Eles argumentam que o contato entre familiares é um direito garantido durante o cumprimento da pena e que só pode ser restringido em situações excepcionais e com justificativa adequada. A defesa sustenta ainda que Bolsonaro não sabia que a carta seria divulgada nas redes sociais. Segundo os advogados, em dezembro de 2025, uma carta escrita pelo ex-presidente também foi tornada pública por Flávio sem que isso tivesse sido considerado um descumprimento das medidas impostas na época. Entenda a suspensão de visitas a Bolsonaro Além de Flávio, até o fim das eleições de 2026, conforme decisão de Moraes da última sexta-feira (17). O magistrado também suspendeu, por 30 dias, o direito de visitas ao ex-presidente em resposta à divulgação da carta. Na decisão, Moraes afirmou que, apesar do descumprimento das condições da prisão domiciliar, essa foi a primeira violação registrada desde o início do cumprimento da pena. Por isso, decidiu não determinar o retorno de Bolsonaro ao regime fechado. O ministro rebateu ainda as críticas de Flávio e de outros aliados do ex-presidente de que a suspensão das visitas do senador teria o objetivo de deixá-lo incomunicável. Ele também rejeitou o argumento de que a suspensão das visitas de Flávio comprometeria o direito de defesa do ex-presidente. Segundo o ministro, Bolsonaro é representado por uma equipe de 30 advogados. Desse total, seis realizaram 60 visitas durante o período de prisão domiciliar, o que, na avaliação de Moraes, garante plena comunicação entre o ex-presidente e sua defesa.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/bolsonaro-pede-que-stf-reconsidere-visitas-de-flavio