O plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL) defende reduzir a carga tributária sobre produção e consumo e rever pontos da reforma tributária. O documento também apresenta medidas relacionadas a empresas, energia, combustíveis, IOF e equilíbrio das contas públicas.
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O programa propõe redimensionar a reforma tributária e reduzir a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).
“Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos impostos, mais formalidade, mais crescimento” — p. 30.
A mesma declaração é repetida integralmente nas páginas 71 e 72 do plano.
Impostos sobre a produção
Flávio Bolsonaro relaciona a redução de tributos à criação de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo.
“Somado à redução de tributos sobre a produção que este plano defende e ao Brasil sem Fila, que corta a burocracia de abrir e tocar uma empresa, o recado é um só: quem quer empreender vai encontrar no Estado um parceiro, não um obstáculo” — p. 46.
Energia e combustíveis
O plano também defende reduzir impostos sobre energia e combustíveis.
“Na energia elétrica, vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social. A mesma redução de impostos sobre energia e combustíveis que alivia o orçamento das famílias, detalhada no Brasil Mais Barato, torna o país competitivo para atrair data centers e inteligência artificial, que se instalam onde a energia é barata e confiável” — p. 53.
IOF sobre câmbio
A adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é relacionada no programa à redução gradual do IOF sobre operações cambiais.
“O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio, que é condição obrigatória do processo” — p. 63.
Regras tributárias
O programa prevê uma revisão de normas infralegais em diferentes áreas, incluindo a tributária.
“E faremos uma ampla revisão normativa infralegal, na gestão pública e nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, que elimine o excesso de regras que trava a economia e encarece a máquina” — p. 69.
Gastos e impostos
Flávio Bolsonaro também relaciona o controle das despesas públicas à possibilidade de cobrar menos impostos.
“Faremos nossos gastos caberem no orçamento, o que permitirá cobrar menos impostos e não empurrará dívida para as próximas gerações” — p. 71.
Impostos: o que Flávio propõe em plano de governoSBT News detalha, em série, os programas de governo dos principais candidatos à PresidênciaEleições2026-09-05T08:56:00.000ZO plano de governo de Flávio Bolsonaro (PL) defende reduzir a carga tributária sobre produção e consumo e rever pontos da reforma tributária. O documento também apresenta medidas relacionadas a empresas, energia, combustíveis, IOF e equilíbrio das contas públicas. Reforma tributária e IVA O programa propõe redimensionar a reforma tributária e reduzir a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). “Vamos promover a revisão e o redimensionamento da reforma tributária em curso e da majoração de impostos efetuada pelo atual governo, com o objetivo de reduzir efetivamente a carga sobre a produção e o consumo. Vamos corrigir suas distorções, reduzir o IVA, hoje projetado num dos patamares mais altos do mundo, e assegurar a não cumulatividade, para que não se cobre imposto sobre imposto. Assim a reforma fica mais equilibrada, preservando a simplificação e a aderência às melhores práticas internacionais. O esforço de simplificação continuará: menos impostos, legislação unificada, desoneração das exportações e dos investimentos e redução das exceções, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O círculo virtuoso é claro: menos impostos, mais formalidade, mais crescimento” — p. 30. A mesma declaração é repetida integralmente nas páginas 71 e 72 do plano. Impostos sobre a produção Flávio Bolsonaro relaciona a redução de tributos à criação de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo. “Somado à redução de tributos sobre a produção que este plano defende e ao Brasil sem Fila, que corta a burocracia de abrir e tocar uma empresa, o recado é um só: quem quer empreender vai encontrar no Estado um parceiro, não um obstáculo” — p. 46. Energia e combustíveis O plano também defende reduzir impostos sobre energia e combustíveis. “Na energia elétrica, vamos simplificar a conta de luz, racionalizando encargos e subsídios cruzados, e promover a redução gradual da CDE e das fontes incentivadas, mantida a tarifa social. A mesma redução de impostos sobre energia e combustíveis que alivia o orçamento das famílias, detalhada no Brasil Mais Barato, torna o país competitivo para atrair data centers e inteligência artificial, que se instalam onde a energia é barata e confiável” — p. 53. IOF sobre câmbio A adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é relacionada no programa à redução gradual do IOF sobre operações cambiais. “O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio, que é condição obrigatória do processo” — p. 63. Regras tributárias O programa prevê uma revisão de normas infralegais em diferentes áreas, incluindo a tributária. “E faremos uma ampla revisão normativa infralegal, na gestão pública e nas áreas tributária, previdenciária e trabalhista, que elimine o excesso de regras que trava a economia e encarece a máquina” — p. 69. Gastos e impostos Flávio Bolsonaro também relaciona o controle das despesas públicas à possibilidade de cobrar menos impostos. “Faremos nossos gastos caberem no orçamento, o que permitirá cobrar menos impostos e não empurrará dívida para as próximas gerações” — p. 71.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/eleicoes/impostos-o-que-flavio-propoe-em-plano-de-governo
Em discurso na TV, presidente deve citar minerais críticos, Amazônia, petróleo na Margem Equatorial e passar recados contra interferências dos Estados Unidos