Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Segundo o magistrado, Bolsonaro recebeu 185 visitas desde que passou a cumprir prisão domiciliar humanitária, em 27 de março deste ano.
“Ressalte-se, por fim, ser patética a alegação de que restrições temporárias de visitas por descumprimento de medidas cautelares acarretariam a incomunicabilidade do custodiado Jair Messias Bolsonaro. O custodiado cumpre, desde 27/3/2026, sua pena privativa de liberdade em casa, convivendo diariamente com sua mulher, filha e enteada. Além disso, tem a presença diária em sua residência de agentes de segurança, em virtude de sua condição de ex-presidente da República e de uma cozinheira”, afirmou o ministro em decisão divulgada na sexta-feira (17).
📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! Clique aqui e siga o canal do SBT News.
Segundo o ministro, Bolsonaro é representado por uma equipe de 30 advogados, dos quais seis realizaram 60 visitas durante o período de prisão domiciliar, o que garante plena comunicação entre o ex-presidente e sua defesa.
“Não há dúvidas, portanto, que a situação do sentenciado Jair Messias Bolsonaro, em que pese a gravidade de seus crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito, é incomparavelmente mais benéfica que as situações das 705.872 pessoas recolhidas em unidades prisionais físicas, ou seja, privadas de liberdade em estabelecimento carcerários”, disse.
Moraes acrescentou ainda que a prisão domiciliar humanitária concedida a Bolsonaro não pode gerar "odiosos privilégios" em relação aos demais detentos nem servir de justificativa para o descumprimento de decisões judiciais, inclusive por intermédio de seus advogados.
Os argumentos foram apresentados na decisão em que Moraes respondeu à divulgação, por Flávio, de uma carta escrita à mão pelo ex-presidente em suas redes sociais. Para o ministro, Bolsonaro utilizou o filho para divulgar uma mensagem de conteúdo político-eleitoral, em descumprimento das condições impostas para permanecer em prisão domiciliar.
Como consequência, Moraes proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026, suspendeu por 30 dias o direito de visitas ao ex-presidente e determinou que Bolsonaro não poderá divulgar mensagens relacionadas ao processo eleitoral, inclusive por intermédio de terceiros.
Apesar disso, o ministro afirmou que esse foi o primeiro descumprimento das regras da prisão domiciliar desde o início do cumprimento da pena. Por isso, entendeu que não havia necessidade de determinar o retorno de Bolsonaro ao regime fechado.
Moraes: Bolsonaro teve 185 visitas; isolamento é "patético"Ministro diz que ex-presidente tem contato com familiares, médicos e advogados e rebate críticas sobre suposta incomunicabilidadePolítica2026-07-18T09:00:00.000ZAo , o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificou como "patética" a alegação de que a medida teria o objetivo de deixar o ex-presidente incomunicável. Segundo o magistrado, Bolsonaro recebeu 185 visitas desde que passou a cumprir prisão domiciliar humanitária, em 27 de março deste ano. “Ressalte-se, por fim, ser patética a alegação de que restrições temporárias de visitas por descumprimento de medidas cautelares acarretariam a incomunicabilidade do custodiado Jair Messias Bolsonaro. O custodiado cumpre, desde 27/3/2026, sua pena privativa de liberdade em casa, convivendo diariamente com sua mulher, filha e enteada. Além disso, tem a presença diária em sua residência de agentes de segurança, em virtude de sua condição de ex-presidente da República e de uma cozinheira”, afirmou o ministro em decisão divulgada na sexta-feira (17). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Moraes também afastou o argumento de que a, que integra a equipe de defesa do pai, comprometeria o direito de defesa do ex-presidente. Segundo o ministro, Bolsonaro é representado por uma equipe de 30 advogados, dos quais seis realizaram 60 visitas durante o período de prisão domiciliar, o que garante plena comunicação entre o ex-presidente e sua defesa. “Não há dúvidas, portanto, que a situação do sentenciado Jair Messias Bolsonaro, em que pese a gravidade de seus crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito, é incomparavelmente mais benéfica que as situações das 705.872 pessoas recolhidas em unidades prisionais físicas, ou seja, privadas de liberdade em estabelecimento carcerários”, disse. Moraes acrescentou ainda que a prisão domiciliar humanitária concedida a Bolsonaro não pode gerar "odiosos privilégios" em relação aos demais detentos nem servir de justificativa para o descumprimento de decisões judiciais, inclusive por intermédio de seus advogados. Os argumentos foram apresentados na decisão em que Moraes respondeu à em suas redes sociais. Para o ministro, Bolsonaro utilizou o filho para divulgar uma mensagem de conteúdo político-eleitoral, em descumprimento das condições impostas para permanecer em prisão domiciliar. Como consequência, Moraes proibiu visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026, suspendeu por 30 dias o direito de visitas ao ex-presidente e determinou que Bolsonaro não poderá divulgar mensagens relacionadas ao processo eleitoral, inclusive por intermédio de terceiros. Apesar disso, o ministro afirmou que esse foi o primeiro descumprimento das regras da prisão domiciliar desde o início do cumprimento da pena. Por isso, entendeu que não havia necessidade de determinar o retorno de Bolsonaro ao regime fechado. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/moraes-bolsonaro-teve-185-visitas-isolamento-e-patetico
Redução da maioridade penal avança na Câmara nesta quarta
Comissão especial para analisar o tema será instalada à tarde; relator da proposta, deputado Mendonça Filho (PL-PE), diz que haverá votação antes das eleições
Ministro indicado por Motta turbina festejos na Paraíba
Em ano eleitoral, Ministério do Turismo priorizou repasses do São João para reduto do presidente da Câmara, que tenta se reeleger e eleger o pai para o Senado