Responsável por defesa, Messias está em embate com Andrei
Diretor afastado da PF está em rota de colisão com ministro da AGU. Mas, como autoridade federal, Andrei tem prerrogativa de ser defendido por Advocacia-Geral

Fachin, Lula, Messias e Gonet em cerimônia de sanção de projetos no Planalto | Reprodução/YouTube
Os ministros da Justiça, Wellington César, e o da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, estão em conversas sobre como se dará a defesa do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afastado do cargo nesta manhã.
Segundo apuração do SBT News, a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, de afastar Andrei impôs um nó no sistema jurídico, em meio a conflitos internos no governo.
Por se tratar de autoridade federal, a defesa de Andrei cabe à Advocacia-Geral da União (AGU). Porém, o diretor afastado e o ministro da AGU, Jorge Messias, estão em rota de colisão.
Na decisão, Mendonça chega a citar o que chama de pressão de Andrei sobre Messias como argumento para justificar o afastamento.
O SBT News apurou que há conversas dentro do governo sobre como a defesa será feita, podendo ter atuação de advogados públicos ligados à Messias, que é a autoridade central da AGU; ou integrantes da AGU que trabalham na consultoria do Ministério da Justiça.
Até o momento, Andrei Rodrigues não se manifestou publicamente. Além do diretor-geral, houve ordem de afastamento do diretor de inteligência da PF, Leandro Almada.
























