Política

Flávio: afastamento expõe 'grupo especial de Lula' na PF

Candidato à Presidência reage à decisão de André Mendonça que afastou preventivamente Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal

Avatar de Warley Júnior
Warley Júnior
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Divulgação/Carlos Moura/Agência Senado

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Divulgação/Carlos Moura/Agência Senado

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta terça-feira (8), que afastamento cautelar do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, teria "desmascarado" um suposto "grupo especial" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dentro da corporação.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

A declaração ocorreu em publicação nas redes sociais após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o afastamento temporário de Rodrigues do comando da PF. A medida tem caráter preventivo e, segundo a decisão, busca evitar possíveis interferências nas investigações em andamento.

Ao comentar o caso, Flávio acusou Rodrigues de atuar politicamente em favor do presidente e afirmou que a Polícia Federal deveria recuperar sua autonomia.

"Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente", escreveu.

O candidato acrescentou: "Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula".

Afastamento cautelar

Na decisão desta terça-feira, Mendonça afirmou haver indícios de participação ou conhecimento de dirigentes da PF na elaboração de relatórios de inteligência envolvendo autoridades.

De acordo com documento encaminhado à Justiça, seis relatórios de inteligência foram produzidos entre 3 e 31 de agosto. Os materiais analisaram atos e decisões de autoridades que exercem funções no Judiciário, na Advocacia Pública e na polícia judiciária.

Mendonça afirmou ainda que ele próprio foi monitorado pela PF por mais de 30 dias e classificou o acompanhamento como ilegal.

Além de determinar os afastamentos cautelares, o ministro proibiu a produção, preparação ou compartilhamento de novos relatórios de inteligência relacionados às autoridades investigadas.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Peritos pedem que caso de Andrei vá para o plenário do STF

Peritos pedem que caso de Andrei vá para o plenário do STF

Imagem da notícia: Ladrões roubam duas obras de Renoir de museu na França

Ladrões roubam duas obras de Renoir de museu na França

Imagem da notícia: Suplementos protegem o coração? Entenda

Suplementos protegem o coração? Entenda

Imagem da notícia: Taxas retaliatórias do Canadá contra os EUA começam a valer

Taxas retaliatórias do Canadá contra os EUA começam a valer

Imagem da notícia: Peritos pedem que caso de Andrei vá para o plenário do STF

Peritos pedem que caso de Andrei vá para o plenário do STF

Imagem da notícia: Ladrões roubam duas obras de Renoir de museu na França

Ladrões roubam duas obras de Renoir de museu na França

Imagem da notícia: Suplementos protegem o coração? Entenda

Suplementos protegem o coração? Entenda

Imagem da notícia: Taxas retaliatórias do Canadá contra os EUA começam a valer

Taxas retaliatórias do Canadá contra os EUA começam a valer

Últimas notícias