O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta terça-feira (8), que afastamento cautelar do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, teria "desmascarado" um suposto "grupo especial" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dentro da corporação.
A declaração ocorreu em publicação nas redes sociais após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o afastamento temporário de Rodrigues do comando da PF. A medida tem caráter preventivo e, segundo a decisão, busca evitar possíveis interferências nas investigações em andamento.
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Ao comentar o caso, Flávio acusou Rodrigues de atuar politicamente em favor do presidente e afirmou que a Polícia Federal deveria recuperar sua autonomia.
Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF.
Grupo especial de lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente.
"Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente", escreveu.
O candidato acrescentou: "Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula".
Na decisão desta terça-feira, Mendonça afirmou haver indícios de participação ou conhecimento de dirigentes da PF na elaboração de relatórios de inteligência envolvendo autoridades.
De acordo com documento encaminhado à Justiça, seis relatórios de inteligência foram produzidos entre 3 e 31 de agosto. Os materiais analisaram atos e decisões de autoridades que exercem funções no Judiciário, na Advocacia Pública e na polícia judiciária.
Mendonça afirmou ainda que ele próprio foi monitorado pela PF por mais de 30 dias e classificou o acompanhamento como ilegal.
Além de determinar os afastamentos cautelares, o ministro proibiu a produção, preparação ou compartilhamento de novos relatórios de inteligência relacionados às autoridades investigadas.
Flávio: afastamento expõe 'grupo especial de Lula' na PFCandidato à Presidência reage à decisão de André Mendonça que afastou preventivamente Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia FederalPolítica2026-09-08T16:51:28.988ZO candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta terça-feira (8), que afastamento cautelar do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, teria "desmascarado" um suposto "grupo especial" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dentro da corporação. A declaração ocorreu em publicação nas redes sociais após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o . A medida tem caráter preventivo e, segundo a decisão, busca evitar possíveis interferências nas investigações em andamento. Ao comentar o caso, Flávio acusou Rodrigues de atuar politicamente em favor do presidente e afirmou que a Polícia Federal deveria recuperar sua autonomia. "Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente", escreveu. O candidato acrescentou: "Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula". Afastamento cautelar Na decisão desta terça-feira, Mendonça afirmou haver indícios de participação ou conhecimento de dirigentes da PF na elaboração de relatórios de inteligência envolvendo autoridades. De acordo com documento encaminhado à Justiça, seis relatórios de inteligência foram produzidos entre 3 e 31 de agosto. Os materiais analisaram atos e decisões de autoridades que exercem funções no Judiciário, na Advocacia Pública e na polícia judiciária. Mendonça afirmou ainda que ele próprio foi monitorado pela PF por mais de 30 dias e classificou o acompanhamento como ilegal. Além de determinar os afastamentos cautelares, o ministro proibiu a produção, preparação ou compartilhamento de novos relatórios de inteligência relacionados às autoridades investigadas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-afastamento-expoe-grupo-especial-de-lula-na-pf
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