Brasil

PGR não deve falar em julgamento sobre Vorcaro-Moraes

Procurador considera caso nulo e já havia se manifestado por escrito; estratégia de não falar também pode reduzir constrangimentos na sessão presencial

Avatar de Basília Rodrigues
Basília Rodrigues
Procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, fala em sabatina na CCJ do Senado | Divulgação/Edilson Rodrigues/Agência Senado

Procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, fala em sabatina na CCJ do Senado | Divulgação/Edilson Rodrigues/Agência Senado

A Procuradoria-Geral da República não pretende se manifestar nesta terça-feira (15), durante julgamento do caso que envolve a suposta troca de mensagens do ministro Alexandre de Moraes e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

Pelo rito definido até agora, depois da leitura do relatório pelo ministro-presidente da Corte, Edson Fachin, que assumiu o comando do caso, será facultada a manifestação da PGR.

Ao SBT News, integrantes da procuradoria afirmaram que a PGR não deve se manifestar porque compreende que já falou o que precisava por escrito no parecer em que considerou a investigação nula.

A pedido do ministro André Mendonça, que até então estava na relatoria do caso, a PGR se manifestou formalmente no caso em 1º de setembro. Em parecer assinado pelo procurador Paulo Gonet, a procuradoria afirma que Mendonça não deveria pedir apurações sobre o destinatário das mensagens sem um pedido anterior do Ministério Público ou da própria PF.

O caso gerou forte incômodo no tribunal e na PGR porque, além das mensagens que Vorcaro teria enviado a Moraes, também há citações ao procurador Gonet.

Mais da Coluna da Basília

Política
há 4 dias

Dino proíbe Mario Frias de deixar país

Deputado tem 24h para entregar passaporte à PF; risco de fuga, suspeita de combinação de versões com investigados e destruição de provas embasaram decisão

Últimas notícias de Brasil