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O documento aponta que a chegada em massa de pessoas a Ceuta não teria sido espontânea, mas planejada em etapas para sobrecarregar o controle da fronteira. Apesar das suspeitas, Sánchez afirmou que, até o momento, não há elementos que permitam responsabilizar diretamente as autoridades marroquinas.
“Posso garantir que nenhuma instituição forneceu ao governo espanhol qualquer prova concreta de que Marrocos planejou ou executou o incidente. Absolutamente nenhuma”, afirmou.
Sánchez disse, porém, que as forças de segurança marroquinas permitiram a travessia da fronteira durante cerca de dez horas em 30 de julho, justamente quando o número de pessoas tentando entrar em Ceuta chegou ao ponto mais alto. Segundo o primeiro-ministro, ainda não se sabe se isso ocorreu porque as autoridades deixaram de agir ou porque não conseguiram controlar a situação.
O relatório consultado pela Reuters traz outros elementos que levantam dúvidas sobre a atuação do lado marroquino. Segundo o documento, havia menos agentes do que o habitual perto do quebra-mar de Tarajal, na fronteira com Ceuta, e não houve uma tentativa efetiva de dispersar a multidão.
O documento afirma ainda que alguns agentes uniformizados indicavam o caminho em direção ao ponto de travessia, enquanto pessoas não identificadas pareciam orientar ou acompanhar o deslocamento do grupo. Apesar desses registros, o relatório não identifica os agentes individualmente nem apresenta provas verificadas de forma independente de que tenham recebido ordens das autoridades marroquinas.
Espanha não encontra provas de ação do Marrocos em CeutaRelatório aponta que entrada em massa de imigrantes foi planejada, mas não comprova participação das autoridades marroquinas
Mundo2026-09-03T10:29:51.298ZA Espanha não encontrou provas de que as autoridades do Marrocos tenham planejado ou organizado a . A afirmação foi feita pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, nesta quinta-feira (3), após um relatório da polícia levantar suspeitas sobre a atuação das forças marroquinas na fronteira. 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. O documento aponta que a chegada em massa de pessoas a Ceuta não teria sido espontânea, mas planejada em etapas para sobrecarregar o controle da fronteira. Apesar das suspeitas, Sánchez afirmou que, até o momento, não há elementos que permitam responsabilizar diretamente as autoridades marroquinas. “Posso garantir que nenhuma instituição forneceu ao governo espanhol qualquer prova concreta de que Marrocos planejou ou executou o incidente. Absolutamente nenhuma”, afirmou. Sánchez disse, porém, que as forças de segurança marroquinas permitiram a travessia da fronteira durante cerca de dez horas em 30 de julho, justamente quando o número de pessoas tentando entrar em Ceuta chegou ao ponto mais alto. Segundo o primeiro-ministro, ainda não se sabe se isso ocorreu porque as autoridades deixaram de agir ou porque não conseguiram controlar a situação. O relatório consultado pela Reuters traz outros elementos que levantam dúvidas sobre a atuação do lado marroquino. Segundo o documento, havia menos agentes do que o habitual perto do quebra-mar de Tarajal, na fronteira com Ceuta, e não houve uma tentativa efetiva de dispersar a multidão. O documento afirma ainda que alguns agentes uniformizados indicavam o caminho em direção ao ponto de travessia, enquanto pessoas não identificadas pareciam orientar ou acompanhar o deslocamento do grupo. Apesar desses registros, o relatório não identifica os agentes individualmente nem apresenta provas verificadas de forma independente de que tenham recebido ordens das autoridades marroquinas. Marrocos nega ter autorizado a travessia. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/espanha-nao-encontra-provas-de-acao-do-marrocos-em-ceuta