STJ marca para 6 de agosto julgamento do recurso de Robinho pedindo redução da pena
Defesa pede diminuição de 9 para 6 anos, o que pode permitir progressão para o regime semiaberto
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Warley Júnior
Ex-jogador de futebol Robinho | Reprodução
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para 6 de agosto o julgamento do recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, condenado na Itália a 9 anos de prisão por estupro coletivo. A defesa pede a redução da pena para 6 anos, o que poderia viabilizar a transferência do ex-atleta para o regime semiaberto.
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A defesa questiona ainda a validade da homologação da sentença estrangeira, afirmando que o Tratado de Cooperação em Matéria Penal entre Brasil e Itália não autoriza esse tipo de execução penal em território nacional.
O crime ocorreu em janeiro de 2013, em uma boate chamada Sio Café, em Milão, quando Robinho jogava pelo Milan. Segundo a Justiça italiana, ele e outros cinco homens estupraram uma jovem de origem albanesa.
A condenação em primeira instância veio em 2017, quando o ex-atacante já atuava no Atlético-MG. A sentença foi confirmada em 2022 pela Corte de Cassação, a última instância da Justiça italiana, que fixou a pena em nove anos de prisão.
Ricardo Falco, amigo de Robinho, também foi condenado. Os demais envolvidos deixaram a Itália durante as investigações e não chegaram a ser processados.
Como a Constituição brasileira proíbe a extradição de brasileiros natos, o governo da Itália solicitou a homologação da sentença para que o ex-jogador cumprisse a pena no Brasil. O pedido foi aceito pela Justiça brasileira, o que levou à prisão de Robinho em março de 2024, em Santos, no litoral paulista.
STJ marca para 6 de agosto julgamento do recurso de Robinho pedindo redução da penaDefesa pede diminuição de 9 para 6 anos, o que pode permitir progressão para o regime semiabertoBrasil2025-06-18T13:19:54.430ZA Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) marcou para 6 de agosto o julgamento do recurso apresentado pela defesa do ex-jogador Robinho, condenado na Itália a 9 anos de prisão por estupro coletivo. A defesa pede a redução da pena para 6 anos, o que poderia viabilizar a transferência do ex-atleta para o regime semiaberto. Robinho está preso desde março de 2024 no Centro de Progressão Penitenciária de Tremembé 2, no interior de São Paulo, após a Corte Especial do . Além do recurso no STJ, . Nela, alegam que, por ser brasileiro nato, Robinho não pode ser extraditado e, por consequência, também não poderia cumprir no país uma pena imposta por outro Estado. A defesa questiona ainda a validade da homologação da sentença estrangeira, afirmando que o Tratado de Cooperação em Matéria Penal entre Brasil e Itália não autoriza esse tipo de execução penal em território nacional. Relembre caso O crime ocorreu em janeiro de 2013, em uma boate chamada Sio Café, em Milão, quando Robinho jogava pelo Milan. Segundo a Justiça italiana, ele e outros cinco homens estupraram uma jovem de origem albanesa. A condenação em primeira instância veio em 2017, quando o ex-atacante já atuava no Atlético-MG. A sentença foi confirmada em 2022 pela Corte de Cassação, a última instância da Justiça italiana, que fixou a pena em nove anos de prisão. Ricardo Falco, amigo de Robinho, também foi condenado. Os demais envolvidos deixaram a Itália durante as investigações e não chegaram a ser processados. Como a Constituição brasileira proíbe a extradição de brasileiros natos, o governo da Itália solicitou a homologação da sentença para que o ex-jogador cumprisse a pena no Brasil. O pedido foi aceito pela Justiça brasileira, o que levou à .São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/stj-marca-para-6-de-agosto-julgamento-do-recurso-de-robinho-pedindo-reducao-da-pena