Piauí e Maranhão reagem ao efeito Master e INSS; Bahia não
Senadores que foram alvo de operações da PF receberam a resposta das urnas neste domingo (4)

Weverton Rocha (PDT) e Ciro Nogueira (PP) não se reelegeram | Rweprodução
Na mira dos casos Master e INSS, os senadores Ciro Nogueira (PP), do Piauí, e Weverton Rocha (PDT), no Maranhão, não conseguiram ser reeleitos, neste domingo (4).
Na Bahia, porém, os dois senadores eleitos são do PT. O diretório do partido no estado passou os últimos meses se desvencilhando de suspeitas do Master devido à relação do empresário baiano Augusto Lima com petistas e o banqueiro Daniel Vorcaro. O ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, e Jaques Wagner, que perdeu o cargo de líder do governo no Senado por causa do escândalo do Master, venceram as duas cadeiras.
Em comum, os políticos focaram nos últimos meses em seus redutos eleitorais, enquanto Brasília continuava produzindo notícias com base nas operações Compliance Zero, que investiga o Master, e Desconto Zero, que apura os desvios do INSS.
Ciro, Weverton, Rui e Jaques se voltaram para os seus estados, especialmente com mais publicações nas redes, em que ignoravam as repercussões negativas dos casos Master e INSS.
O resultado das urnas, porém, levou a destinos diferentes para cada um eles. O eleitor do Piauí preferiu Marcelo Castro (MDB) e Júlio César, o Julim do Lula (PSD). No Maranhão, a preferência foi de Fufuca (PP), ex-ministro do Esporte, e Lahesio Bonfim (Novo).

























