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22 mulheres já denunciaram ao Conselho Federal de Medicina (CFM), por erro médico, o cirurgião plástico Josias Caetano dos Santos. Ele é o mesmo médico que realizou a hidrolipo em Paloma Lopes Alves, que morreu, há dois dias, em São Paulo. Quatro das mulheres que sofreram mutilações falaram, com exclusividade, ao SBT Brasil.
Ivone, Sonia, Patrícia e Deyse tiveram as vidas marcadas para sempre depois de serem operadas por Josias Caetano dos Santos.
Deyse colocou uma prótese no seio e fez uma abdominoplastia, que é uma redução de gordura do abdômen, em 2022. "Foram cinco horas de cirurgia devido a uma intercorrência. Eu tive uma parada cardíaca, ele já tinha ido embora, quem conseguiu me reanimar foi o anestesista", conta.
Ivone conta que sofreu muito no pós-operatório: "meu peito foi abrindo como uma pipoca, seis, sete centímetros as duas mamas".
Mais de dois anos depois da cirurgia, Patrícia ainda sofre com dores na barriga depois da abdominoplastia: "ficou aquela sequela, como se tivesse queimado, a minha barriga ficou o buraco".
Operada há quase cinco anos, o drama da Sonia foi ainda mais grave: "necrosou, eu perdi os mamilos, ficou tudo aberto durante cinco meses".
O CFM informou que não pode comentar os casos. Já o Conselho Regional de São Paulo (Cremesp) disse que as investigações estão em andamento, que as denúncias são analisadas, caso a caso, e que os detalhes das apurações seguem sob sigilo determinado por lei.
Assista à reportagem completa abaixo:
Exclusivo: SBT entrevista pacientes mutiladas por médico em procedimentos estéticosCirurgião plástico Josias Caetano dos Santos, denunciado por 22 mulheres, foi responsável pela hidrolipo que causou uma morte em São PauloSaúde2024-11-28T23:28:08.473Z22 mulheres já denunciaram ao Conselho Federal de Medicina (CFM), por erro médico, o cirurgião plástico Josias Caetano dos Santos. Ele é o mesmo médico que realizou a . Quatro das mulheres que sofreram mutilações falaram, com exclusividade, ao SBT Brasil. Ivone, Sonia, Patrícia e Deyse tiveram as vidas marcadas para sempre depois de serem operadas por Josias Caetano dos Santos. Deyse colocou uma prótese no seio e fez uma abdominoplastia, que é uma redução de gordura do abdômen, em 2022. "Foram cinco horas de cirurgia devido a uma intercorrência. Eu tive uma parada cardíaca, ele já tinha ido embora, quem conseguiu me reanimar foi o anestesista", conta. Ivone conta que sofreu muito no pós-operatório: "meu peito foi abrindo como uma pipoca, seis, sete centímetros as duas mamas". Mais de dois anos depois da cirurgia, Patrícia ainda sofre com dores na barriga depois da abdominoplastia: "ficou aquela sequela, como se tivesse queimado, a minha barriga ficou o buraco". Operada há quase cinco anos, o drama da Sonia foi ainda mais grave: "necrosou, eu perdi os mamilos, ficou tudo aberto durante cinco meses". O CFM informou que não pode comentar os casos. Já o Conselho Regional de São Paulo (Cremesp) disse que as investigações estão em andamento, que as denúncias são analisadas, caso a caso, e que os detalhes das apurações seguem sob sigilo determinado por lei. Assista à reportagem completa abaixo: São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/saude/exclusivo-sbt-entrevista-pacientes-mutiladas-por-medico-em-procedimentos-esteticos
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