Lula parabeniza eleição de António José Seguro e reforça parceria com Portugal
Socialista de 63 anos venceu o segundo turno do pleito com mais de 66% dos votos, confirmando pesquisas eleitorais


Camila Stucaluc
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou o socialista António José Seguro pela vitória nas eleições presidenciais de Portugal, realizadas no domingo (8). Em publicação nas redes sociais, o líder brasileiro elogiou o processo eleitoral no país, enfatizando a vitória da democracia no mundo.
“Parabéns a António José Seguro pela vitória expressiva nas urnas. Numa eleição que se desenvolveu de forma pacífica e representa a vitória da democracia num momento tão importante para a Europa e o mundo. E consolida a posição de Portugal de apoio ao acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu.
Lula aproveitou para reforçar a parceria entre os países. Na publicação, disse que o Brasil seguirá trabalhando como primeiro-ministro português Luís Montenegro e, agora, com Seguro “pelo fortalecimento das relações bilaterais entre os países, em defesa do multilateralismo e do desenvolvimento sustentável”.
O mesmo tom foi adotado pela ministra de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, que parabenizou a vitória da esquerda no pleito. “Grande vitória da democracia nas eleições presidenciais em Portugal. Parabéns ao novo presidente Antônio José Seguro, do Partido Socialista, e ao povo português, pelo resultado expressivo contra a candidatura da extrema-direita", disse.
Seguro venceu o segundo turno das eleições presidenciais de Portugal no domingo (8). O candidato de esquerda recebeu 66,7% dos votos válidos, contra 33,3% de André Ventura, do partido de extrema-direita Chega. O resultado confirmou as pesquisas eleitorais, que apontavam para a vitória de Seguro.
Em seu primeiro discurso como presidente, Seguro agradeceu a população, dizendo que os vencedores da noite foram os portugueses e a democracia. Enfatizou que será o impulsionador da mudança, para a melhoria da vida dos portugueses, citando questões na saúde e os incêndios florestais que atingem o país. "Ou a política serve para resolver o problema das pessoas ou não serve para rigorosamente nada”, frisou.









