Fontes com acesso ao Planalto relatam que núcleo político defende que presidente não entre em embate com o Congresso
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Afonso Benites, Nathalia Fruet, Márcia Lorenzatto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia se veta parcialmente o projeto que restringiu a saída temporária de detentos do sistema penitenciário brasileiro. Conforme fontes com acesso ao governo, a expectativa é que, até a próxima semana, ele tome uma decisão e envie o seu veto parcial ao Congresso Nacional.
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Lula foi orientado por representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Igualdade Racial a vetar totalmente o projeto. Porém, integrantes do núcleo político do governo e do Ministério da Justiça sugeriram um veto parcial ou, como alguns deles disseram, uma sanção parcial. A ideia é evitar um novo desgaste com o Congresso Nacional e com partidos de centro-direita justamente em um momento que o presidente precisa de maior apoio no Legislativo.
Nesta semana, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deixou caducar parte da Medida Provisória da Reoneração, o que foi visto como um gesto de desgaste da relação entre os dois poderes. Pacheco negou que houvesse qualquer afronta.
O argumento que Lula deve apresentar é que os trechos vetados seriam inconstitucionais. A ideia de uma ala do governo é tirar a essência do novo texto, que praticamente proíbe a saidinha temporária dos presos.
O projeto aprovado pelos parlamentares permite a saída temporária apenas para detentos que sejam do regime semiaberto e que estejam saindo para estudar, desde que não cumpram penas por crimes violentos. Hoje, a legislação permite a saidinha em feriados e datas comemorativas para que os presos visitem suas famílias, façam cursos ou tenham atividades de retorno do convívio social.
Como foi aprovado em votação simbólica, quando os congressistas não deixam o registro de como votaram, não é possível saber o tamanho do apoio. Lideranças partidárias, contudo, relataram que qualquer veto de Lula tem chances grandes de serem derrubados.
Lula deve vetar parcialmente saidinha de presosFontes com acesso ao Planalto relatam que núcleo político defende que presidente não entre em embate com o CongressoPolítica2024-04-04T00:01:10.686ZO presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia se veta parcialmente o projeto que restringiu a saída temporária de detentos do brasileiro. Conforme fontes com acesso ao governo, a expectativa é que, até a próxima semana, ele tome uma decisão e envie o seu veto parcial ao Congresso Nacional. Lula foi orientado por representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Igualdade Racial a vetar totalmente o projeto. Porém, integrantes do núcleo político do governo e do Ministério da Justiça sugeriram um veto parcial ou, como alguns deles disseram, uma sanção parcial. A ideia é evitar um novo desgaste com o Congresso Nacional e com partidos de centro-direita justamente em um momento que o presidente precisa de maior apoio no Legislativo. Nesta semana, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), da Reoneração, o que foi visto como um gesto de desgaste da relação entre os dois poderes. Pacheco negou que houvesse qualquer afronta. O argumento que Lula deve apresentar é que os trechos vetados seriam inconstitucionais. A ideia de uma ala do governo é tirar a essência do novo texto, que praticamente proíbe a saidinha temporária dos presos. O projeto aprovado pelos parlamentares permite a saída temporária apenas para detentos que sejam do regime semiaberto e que estejam saindo para estudar, desde que não cumpram penas por crimes violentos. Hoje, a legislação permite a saidinha em feriados e datas comemorativas para que os presos visitem suas famílias, façam cursos ou tenham atividades de retorno do convívio social. Como foi aprovado em votação simbólica, quando os congressistas não deixam o registro de como votaram, não é possível saber o tamanho do apoio. Lideranças partidárias, contudo, relataram que qualquer veto de Lula tem chances grandes de serem derrubados. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/lula-deve-vetar-parcialmente-saidinha-de-presos
Com convenção estilo EUA, a campanha prepara um mega comício na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo no dia do 1º debate, ao qual Lula cogita não ir