Sócio da PixBet é preso pela PF na 2ª fase da Operação Arena
Ação investiga suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária e financeira na Paraíba
Anita Prado, Caroline Vale
Profissional da Polícia Federal | Divulgação/PF
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17), a segunda fase da Operação Arena, que investiga suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra a ordem tributária e financeira. Entre as medidas cumpridas está a prisão preventiva do empresário Diomar Tadeu Dantas de Farias, apontado como sócio da empresa de apostas esportivas PixBet.
O SBT News procurou a PixBet e aguarda posicionamento.
A operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva, além de medidas de sequestro de bens, nas cidades de Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba.
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT,Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung, LG e Roku.
Até a última atualização desta reportagem, apenas a identidade do alvo do mandado de prisão preventiva havia sido confirmada.
Diomar é primo de Ernildo Júnior, proprietário da PixBet. Na primeira fase da Operação Arena, realizada em agosto, Ernildo foi alvo de uma abordagem da Polícia Federal. Na ocasião, o veículo e o celular dele foram apreendidos.
Primeira fase da operação
A primeira fase da Operação Arena foi deflagrada em 13 de agosto pela PF, em parceria com o Ministério Público Federal, a Receita Federal e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Na ocasião, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.
Segundo a PF, a investigação apura a atuação de um grupo empresarial suspeito de usar estruturas societárias e financeiras no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos obtidos com jogos de azar e apostas esportivas. A apuração envolve suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra o sistema financeiro nacional.
A Justiça Federal autorizou ainda o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores, além da quebra de sigilos bancário e telemático dos investigados.
Entre os alvos da primeira fase estava o advogado Nelson Wilians, em São Paulo. A Polícia Federal apreendeu dois celulares e um HD durante as buscas. Segundo apuração do SBT News, o escritório de Wilians mantinha um contrato com a PixBet, firmado em 2022, no valor estimado de US$ 20 milhões, cerca de R$ 102 milhões. O montante corresponde a honorários advocatícios e passou a ser analisado no âmbito da investigação.
Wilians seria suspeito de atuar como operador financeiro da empresa de apostas e de colaborar em possíveis mecanismos de ocultação de patrimônio, omissão de rendimentos e sonegação de impostos. A defesa nega as acusações e afirma que a relação com a PixBet é “estritamente profissional”, limitada à prestação de serviços jurídicos.
A PixBet tem sede em Campina Grande, no Agreste da Paraíba.
Sócio da PixBet é preso pela PF na 2ª fase da Operação ArenaAção investiga suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem tributária e financeira na ParaíbaBrasil2026-09-17T15:59:38.755ZA Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17), a segunda fase da Operação Arena, que investiga suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra a ordem tributária e financeira. Entre as medidas cumpridas está a prisão preventiva do empresário Diomar Tadeu Dantas de Farias, apontado como sócio da empresa de apostas esportivas PixBet. O SBT News procurou a PixBet e aguarda posicionamento. A operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva, além de medidas de sequestro de bens, nas cidades de Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba. Até a última atualização desta reportagem, apenas a identidade do alvo do mandado de prisão preventiva havia sido confirmada. Diomar é primo de Ernildo Júnior, proprietário da PixBet. Na primeira fase da Operação Arena, realizada em agosto, Ernildo foi alvo de uma abordagem da Polícia Federal. Na ocasião, o veículo e o celular dele foram apreendidos. Primeira fase da operação A , em parceria com o Ministério Público Federal, a Receita Federal e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Na ocasião, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados: Paraíba, São Paulo, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná. Segundo a PF, a investigação apura a atuação de um grupo empresarial suspeito de usar estruturas societárias e financeiras no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos obtidos com jogos de azar e apostas esportivas. A apuração envolve suspeitas de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e outros crimes contra o sistema financeiro nacional. A Justiça Federal autorizou ainda o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores, além da quebra de sigilos bancário e telemático dos investigados. Entre os alvos da primeira fase estava o advogado Nelson Wilians, em São Paulo. A Polícia Federal apreendeu dois celulares e um HD durante as buscas. Segundo apuração do SBT News, o escritório de Wilians mantinha um contrato com a PixBet, firmado em 2022, no valor estimado de US$ 20 milhões, cerca de R$ 102 milhões. O montante corresponde a honorários advocatícios e passou a ser analisado no âmbito da investigação. Wilians seria suspeito de atuar como operador financeiro da empresa de apostas e de colaborar em possíveis mecanismos de ocultação de patrimônio, omissão de rendimentos e sonegação de impostos. A defesa nega as acusações e afirma que a relação com a PixBet é “estritamente profissional”, limitada à prestação de serviços jurídicos. A PixBet tem sede em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/socio-da-pix-bet-e-preso-pela-pf-na-2-fase-da-operacao-arena
Orçamento prevê R$ 97,7 bilhões para dívidas judiciais em 2027, R$ 24,6 bilhões a menos que em 2026; parte dos recursos depende de autorização do Congresso