Chiquinho Brazão: CCJ da Câmara volta a analisar prisão de deputado suspeito de mandar matar Marielle; assista
Também nesta quarta (10), a partir das 10h, Conselho de Ética instaura processo contra o parlamentar, no qual o Psol pede a cassação de Brazão
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Felipe Moraes
10/04/2024, 09:57 • Atualizado em 10/04/2024, 13:55
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Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ)
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A prisão preventiva de Brazão foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 24 de março e confirmada no dia seguinte, por unanimidade, pela Primeira Turma da Corte.
Como Brazão tem foro por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado, a CCJ e o plenário da Câmara, em votação aberta e nominal, precisam analisar a prisão. O relator do caso na comissão, Darci de Matos (PSD-SC), se manifestou a favor da decisão de Moraes.
Após a CCJ, o plenário tomará a decisão final em votação aberta e nominal, por maioria absoluta (mínimo de 257 votos) contra ou a favor da medida.
A operação Murder Inc., da Polícia Federal (PF), também prendeu Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ — ambos também são apontados como mandantes do assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes.
Pedido de cassação apresentado pelo Psol
Em paralelo à sessão da CCJ, também a partir das 10h, o Conselho de Ética da Câmara instaura processo contra Chiquinho Brazão.
O Psol, partido de Marielle, pede a cassação do mandato do deputado. "A cada dia que o representado continua como deputado federal, é mais um dia de mácula e de mancha na história desta Câmara”, diz representação do partido", diz a representação da legenda.
Depois da instauração do processo, haverá sorteio de uma lista tríplice para que seja realizada a escolha do relator do processo.
Chiquinho Brazão: CCJ da Câmara volta a analisar prisão de deputado suspeito de mandar matar Marielle; assistaTambém nesta quarta (10), a partir das 10h, Conselho de Ética instaura processo contra o parlamentar, no qual o Psol pede a cassação de BrazãoPolítica2024-04-10T09:57:24.155Z A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara volta a analisar nesta quarta-feira (10), a partir das 10h, a (sem partido-RJ), suspeito de ser (Psol), em 2018, quando o parlamentar era vereador. Na primeira reunião, após pedido de vista (mais tempo de análise) de Gilson Marques (Novo-SC), Roberto Duarte (Republicanos-AC) e Fausto Pinato (PP-SP). A prisão preventiva de Brazão foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em 24 de março e confirmada no dia seguinte, por unanimidade, pela Primeira Turma da Corte. Como Brazão tem foro por prerrogativa de função, o chamado foro privilegiado, a CCJ e o plenário da Câmara, em votação aberta e nominal, precisam analisar a prisão. O relator do caso na comissão, Darci de Matos (PSD-SC), se manifestou a favor da decisão de Moraes. Após a CCJ, o plenário tomará a decisão final em votação aberta e nominal, por maioria absoluta (mínimo de 257 votos) contra ou a favor da medida. A Domingos Brazão, irmão de Chiquinho, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ — ambos também são apontados como mandantes do assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes. Pedido de cassação apresentado pelo Psol Em paralelo à sessão da CCJ, também a partir das 10h, o Conselho de Ética da Câmara instaura processo contra Chiquinho Brazão. O Psol, partido de Marielle, pede a cassação do mandato do deputado. "A cada dia que o representado continua como deputado federal, é mais um dia de mácula e de mancha na história desta Câmara”, diz representação do partido", diz a representação da legenda. Depois da instauração do processo, haverá sorteio de uma lista tríplice para que seja realizada a escolha do relator do processo.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/chiquinho-brazao-ccj-da-camara-volta-a-analisar-prisao-de-deputado-suspeito-de-mandar-matar-marielle
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