Toffoli muda cronograma, gera novo mal-estar e PF cancela depoimentos do Master
Ministro do STF determinou que os depoimentos ocorram em um intervalo de dois dias, o que irritou a corporação
Anita Prado
Banco Master | Divulgação/Rovena Rosa/Agência Brasil
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal apresente um novo cronograma de depoimentos no caso Banco Master e estabeleceu que as oitivas ocorram em um intervalo de, no máximo, dois dias. Após a decisão, tomada no dia 13 de janeiro, a PF cancelou os depoimentos que estavam agendados para acontecer entre os dias 23 e 28 de janeiro.
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Na decisão, o ministro determinou que a PF apresente novas datas, concentrando os depoimentos em um intervalo reduzido, para viabilizar a preparação dos atos e a intimação de todos os envolvidos pela Secretaria Judiciária. Toffoli também afirmou que outros pedidos formulados no inquérito só serão analisados após a conclusão dessas diligências.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a decisão gerou mal-estar dentro da Polícia Federal. Integrantes da corporação avaliam que a realização das oitivas nas dependências do STF já era incomum e que a exigência de concentrá-las em apenas dois dias trouxe dificuldades operacionais, o que levou ao cancelamento dos depoimentos.
Esse é mais um capítulo do embate entre o STF e a Polícia Federal no caso Banco Master. Investigadores afirmam, nos bastidores, que enfrentam restrições à condução da apuração e questionam a autonomia da corporação no andamento das diligências.
Toffoli muda cronograma, gera novo mal-estar e PF cancela depoimentos do MasterMinistro do STF determinou que os depoimentos ocorram em um intervalo de dois dias, o que irritou a corporaçãoJustiça2026-01-16T16:02:49.459ZO ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal apresente um novo cronograma de depoimentos no caso Banco Master e estabeleceu que as oitivas ocorram em um intervalo de, no máximo, dois dias. Após a decisão, tomada no dia 13 de janeiro, a PF cancelou os depoimentos que estavam agendados para acontecer entre os dias 23 e 28 de janeiro. Relator da investigação que apura , Toffoli afirmou, em despacho enviado à Polícia Federal, que a reorganização do calendário se deve a limitações de pessoal e à disponibilidade de salas nas dependências do STF. Na decisão, o ministro determinou que a PF apresente novas datas, concentrando os depoimentos em um intervalo reduzido, para viabilizar a preparação dos atos e a intimação de todos os envolvidos pela Secretaria Judiciária. Toffoli também afirmou que outros pedidos formulados no inquérito só serão analisados após a conclusão dessas diligências. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a decisão gerou mal-estar dentro da Polícia Federal. Integrantes da corporação avaliam que a realização das oitivas nas dependências do STF já era incomum e que a exigência de concentrá-las em apenas dois dias trouxe dificuldades operacionais, o que levou ao cancelamento dos depoimentos. A tensão entre a PF e o Supremo também se intensificou após uma decisão de Toffoli sobre o . O ministro determinou que os celulares recolhidos fossem encaminhados lacrados diretamente ao seu gabinete, com a exigência de que permanecessem com . da Polícia Federal, Toffoli recuou e autorizou que cinco peritos, indicados por ele, atuem como do material apreendido. Esse é mais um capítulo do embate entre o STF e a Polícia Federal no caso Banco Master. Investigadores afirmam, nos bastidores, que enfrentam restrições à condução da apuração e questionam a autonomia da corporação no andamento das diligências.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/justica/pf-adia-depoimentos-do-caso-do-banco-master-apos-pedido-de-toffoli
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