Polícia prende suspeito de feminicídio que estava foragido em SP
Doracy dos Santos Barbosa, de 56 anos, foi encontrada morta com sinais de facada dentro de sua própria casa; ela era mãe de seis filhos

Agência SBT
A polícia prendeu, no domingo (1), o homem suspeito de matar a facadas sua ex-companheira, uma mulher de 56 anos, mãe de seis filhos. Doracy dos Santos Barbosa foi encontrada morta no último dia 18, dentro de casa, no bairro Jaraguá, zona norte de São Paulo.
A polícia identificou o suspeito do crime apenas como Adriano, conhecido como "Malibu". Segundo investigações, ele invadiu o apartamento durante a noite e, após cometer o crime, tentou despistar os familiares de Doracy ao ligar para eles e fingir não saber do ocorrido.
Cerca de 30 minutos depois, familiares de Doracy chegaram ao imóvel e encontraram a mulher sem sinais vitais aparentes, com marcas de facada pelo corpo. Eles acionaram o resgate, mas a morte foi confirmada no local.
O caso é tratado como feminicídio. As investigações seguem em andamento por meio de inquérito policial instaurado pelo 46º Distrito Policial (Perus), visando o completo esclarecimento dos fatos.
Como denunciar violência contra a mulher
Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher;
O atendimento funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados, e está disponível também no WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. A ligação é anônima e gratuita.
Disque 190: Polícia Militar;
Em caso de emergência, também é possível ligar para o 190 e pedir o auxílio da Polícia Militar. O atendimento telefônico é gratuito e funciona 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados.
Polícia Civil: Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs);
Outra opção é registrar boletim de ocorrência de forma presencial, em uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAMs) ou Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). É possível também prestar queixa em uma delegacia comum.
Quem pode denunciar?
Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia e auxiliar mulheres em situação de violência. A denúncia de conhecidos e vizinhos, por exemplo, pode fazer toda a diferença entre uma agressão e um feminicídio.









