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A revisão mais significativa ocorreu em relação às operações de investimentos de fundos nacionais no exterior. Inicialmente, o governo havia estabelecido uma alíquota de 3,5% para remessas com fins de rendimento, mas, após críticas de especialistas que interpretaram a mudança como uma forma de intervenção cambial, a taxa foi mantida zerada.
O ajuste buscou evitar distorções no fluxo de capitais e acalmar as preocupações do mercado financeiro.
A reunião tem como objetivo principal discutir os rumos do mercado de crédito diante das novas regras. Participaram do diálogo, além de Haddad, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, o chefe de gabinete Laio Morais, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, e o secretário de Reformas Econômicas, Marcos Barbosa.
Do lado privado, estiveram presentes os presidentes das maiores instituições financeiras do país, incluindo Isaac Sidney (Federação Brasileira de Bancos, a Febraban), Milton Maluhy Filho (Itaú Unibanco), Marcelo Noronha (Bradesco), Mario Leão (Santander Brasil) e Roberto Sallouti (BTG Pactual).
O setor bancário é um dos mais afetados pelas mudanças no IOF, já que o tributo incide diretamente sobre diversas operações financeiras.
Haddad se reúne com bancos e Febraban para discutir impacto de mudanças no IOFApós polêmica, equipe econômica tenta acertar rumos do crédito com instituições financeirasEconomia2025-05-28T15:42:54.742ZO ministro da Fazenda, Fernando Haddad, teve reunião nesta quarta-feira (28), na sede do ministério, com representantes de bancos para debater os efeitos da . A medida, anunciada pela equipe econômica na semana passada, surpreendeu o mercado e gerou reações imediatas, levando o . A revisão mais significativa ocorreu em relação às operações de investimentos de fundos nacionais no exterior. Inicialmente, o governo havia estabelecido uma alíquota de 3,5% para remessas com fins de rendimento, mas, após críticas de especialistas que interpretaram a mudança como uma forma de intervenção cambial, a taxa foi mantida zerada. O ajuste buscou evitar distorções no fluxo de capitais e acalmar as preocupações do mercado financeiro. A reunião tem como objetivo principal discutir os rumos do mercado de crédito diante das novas regras. Participaram do diálogo, além de Haddad, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, o chefe de gabinete Laio Morais, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, e o secretário de Reformas Econômicas, Marcos Barbosa. Do lado privado, estiveram presentes os presidentes das maiores instituições financeiras do país, incluindo Isaac Sidney (Federação Brasileira de Bancos, a Febraban), Milton Maluhy Filho (Itaú Unibanco), Marcelo Noronha (Bradesco), Mario Leão (Santander Brasil) e Roberto Sallouti (BTG Pactual). O setor bancário é um dos mais afetados pelas mudanças no IOF, já que o tributo incide diretamente sobre diversas operações financeiras. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/haddad-se-reune-com-bancos-e-febraban-para-discutir-impacto-de-mudancas-no-iof