STF forma maioria para garantir atendimento de pessoas trans no SUS
Ação protocolada pelo PT denunciava que grupo não conseguia fazer exames íntimos
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SBT News
STF | Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para garantir o atendimento de pessoas transexuais no Sistema Único de Saúde (SUS) após seis dos onze ministros votarem a favor do entendimento, nesta quinta-feira (27).
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Com isso, consultas e exames de todas as especialidades nos hospitais públicos devem ser realizados de forma independente do registro oficial do sexo biológico. A sessão virtual termina nesta sexta-feira(28). A Corte decide se referenda a liminar proferida em 2021 pelo ministro Gilmar Mendes para garantir o direito às consultas.
A ação protocolada pelo PT em 2021 alegava que pessoas trans não conseguem ter acesso aos serviços públicos de saúde após alteração do registro civil. O partido relatou casos de homens transexuais que conservam o aparelho reprodutor feminino e não conseguem agendar consultas ginecológicas. Da mesma forma, mulheres trans tiveram acesso negado a urologistas e proctologistas. Segundo a legenda, a negativa ao atendimento das pessoas trans ofende os princípios constitucionais do direito à saúde e a dignidade da pessoa humana.
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O ministro Gilmar Mendes reafirmou sua decisão de liminar proferida em 2021 e foi seguido por Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Edson Fachin. Os votos dos ministros aposentados Ricardo Lewandowski e Rosa Weber também foram contabilizados por terem sido proferidos ao longo da tramitação do caso no STF.
"A matéria discutida nestes autos nada tem a ver com qualquer espécie de ativismo ou pauta de costumes. Ao invés, trata-se de questão de saúde pública que não comporta tergiversações. Deve ser garantida à população LGBTQIA+ o pleno e irrestrito acesso às políticas públicas de saúde ofertadas pelo Estado em condições de igualdade com todo e qualquer cidadão brasileiro", afirmou o ministro Gilmar Mendes ao reafirmar seu voto em julgamento.
STF forma maioria para garantir atendimento de pessoas trans no SUSAção protocolada pelo PT denunciava que grupo não conseguia fazer exames íntimosPolítica2024-06-28T17:52:07.731ZO Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para garantir o atendimento de pessoas transexuais no Sistema Único de Saúde (SUS) após seis dos onze ministros votarem a favor do entendimento, nesta quinta-feira (27). Com isso, consultas e exames de todas as especialidades nos hospitais públicos devem ser realizados de forma independente do registro oficial do sexo biológico. A sessão virtual termina nesta sexta-feira(28). A Corte decide se referenda a liminar proferida em 2021 pelo ministro Gilmar Mendes para garantir o direito às consultas. A ação protocolada pelo PT em 2021 alegava que pessoas trans não conseguem ter acesso aos serviços públicos de saúde após alteração do registro civil. O partido relatou casos de homens transexuais que conservam o aparelho reprodutor feminino e não conseguem agendar consultas ginecológicas. Da mesma forma, mulheres trans tiveram acesso negado a urologistas e proctologistas. Segundo a legenda, a negativa ao atendimento das pessoas trans ofende os princípios constitucionais do direito à saúde e a dignidade da pessoa humana.
O ministro Gilmar Mendes reafirmou sua decisão de liminar proferida em 2021 e foi seguido por Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Edson Fachin. Os votos dos ministros aposentados Ricardo Lewandowski e Rosa Weber também foram contabilizados por terem sido proferidos ao longo da tramitação do caso no STF. "A matéria discutida nestes autos nada tem a ver com qualquer espécie de ativismo ou pauta de costumes. Ao invés, trata-se de questão de saúde pública que não comporta tergiversações. Deve ser garantida à população LGBTQIA+ o pleno e irrestrito acesso às políticas públicas de saúde ofertadas pelo Estado em condições de igualdade com todo e qualquer cidadão brasileiro", afirmou o ministro Gilmar Mendes ao reafirmar seu voto em julgamento. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/stf-forma-maioria-para-garantir-atendimento-de-pessoas-trans-no-sus
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