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Ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) não fez publicações nas redes sociais sobre o assunto. Ele é pré-candidato a governador da Bahia em oposição ao PT, que governa o estado desde 2006, quando Jaques Wagner venceu a eleição para governador pela primeira vez.
Integrantes do PT e aliados de ACM Neto afirmam, sob reserva, que há um acordo de bastidor para que o caso Master não seja abordado na campanha política baiana. Isso porque há um temor de que o avanço das investigações respingue nos dois grupos e que uma eventual troca de farpas exponha os dois lados que protagonizam a política da Bahia.
Em março, o jornal O Globo revelou que uma empresa de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da Reag Investimentos. À época, o ex-prefeito confirmou que a empresa foi contratada pelo Master e pela Reag para prestar consultorias. Ele também afirmou que não houve irregularidade e que os contratos foram encerrados após a conclusão dos serviços.
Rivais de Jaques Wagner na eleição para o Senado, o senador Ângelo Coronel (Republicanos-BA) e o ex-ministro de Bolsonaro João Roma (PL-BA) também não abordaram o assunto até o começo da tarde desta quinta-feira (18).
Coronel era aliado de Wagner até dezembro, quando foi rifado da pré-candidatura à reeleição pelo grupo petista. Além de Jaques Wagner, quem vai disputar o Senado na chapa do PT é o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa.
João Roma, por sua vez, segundo informações de bastidores da política baiana, também tem proximidade com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master e dono do Banco Pleno, um dos alvos da operação desta quinta-feira.
Rivais de Wagner na Bahia silenciam sobre operação da PFGrupo político de ACM Neto evita críticas ao senador horas após buscas; aliados falam em acordo informal para evitar caso Master no contexto eleitoralPolítica2026-06-18T17:42:02.825ZOs principais adversários políticos do senador Jaques Wagner (PT-BA) não teceram comentários públicos sobre a nova fase da Operação Compliance Zero horas após as Ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) não fez publicações nas redes sociais sobre o assunto. Ele é pré-candidato a governador da Bahia em oposição ao PT, que governa o estado desde 2006, quando Jaques Wagner venceu a eleição para governador pela primeira vez. Integrantes do PT e aliados de ACM Neto afirmam, sob reserva, que há um acordo de bastidor para que o caso Master não seja abordado na campanha política baiana. Isso porque há um temor de que o avanço das investigações respingue nos dois grupos e que uma eventual troca de farpas exponha os dois lados que protagonizam a política da Bahia. Em março, o jornal O Globo revelou que uma empresa de ACM Neto recebeu R$ 3,6 milhões do Banco Master e da Reag Investimentos. À época, o ex-prefeito confirmou que a empresa foi contratada pelo Master e pela Reag para prestar consultorias. Ele também afirmou que não houve irregularidade e que os contratos foram encerrados após a conclusão dos serviços. Rivais de Jaques Wagner na eleição para o Senado, o senador Ângelo Coronel (Republicanos-BA) e o ex-ministro de Bolsonaro João Roma (PL-BA) também não abordaram o assunto até o começo da tarde desta quinta-feira (18). Coronel era aliado de Wagner até dezembro, quando foi rifado da pré-candidatura à reeleição pelo grupo petista. Além de Jaques Wagner, quem vai disputar o Senado na chapa do PT é o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa. João Roma, por sua vez, segundo informações de bastidores da política baiana, também tem proximidade com Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master e dono do Banco Pleno, um dos alvos da operação desta quinta-feira. O senador Jaques Wagner ainda não se manifestou. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/rivais-de-wagner-na-bahia-silenciam-sobre-operacao-da-pf