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Seu nome ganhou destaque recentemente pela atuação como relator da CPMI do INSS. Além disso, ele foi acusado por adversários de estupro de vulnerável, o que ele nega, e teve emendas Pix investigadas pelo Tribunal de Contas da União (a apuração foi encerrada após notificação do município de destino).
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Formado em direito, Gaspar teve trajetória como promotor de Justiça, com passagem pelo Ministério Público de Alagoas, e advogado antes de entrar na carreira política.
Aos 55 anos, ele é natural de Maceió e atuou como secretário estadual de Segurança Pública durante o governo de Renan Filho (MDB), filho do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e ex-ministro dos Transportes no atual governo do presidente Lula (PT).
Nas eleições de 2020, então filiado ao MDB, disputou o pleito para a prefeitura de Maceió e liderou o primeiro turno. No segundo, porém, acabou derrotado por João Henrique Caldas (PSDB). Em 2022, rompeu com a família Calheiros, deixou o MDB e filiou-se ao União Brasil. Foi eleito deputado naquele ano como o segundo mais votado em AL, atrás de Arthur Lira (PP-AL).
Em primeiro mandato desde 2023, atuou como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional que investigou fraudes por descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O parecer de Gaspar pediu indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e ex-ministros de Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O congressista se envolveu numa confusão com Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS) durante a última sessão da CPMI.
Após troca de ofensas com o petista na sala de reuniões, o colega deputado e a senadora acusaram Gaspar de estupro de vulnerável, crime que ele nega ter cometido.
O alagoano apresentou queixa-crime contra os acusadores no Supremo Tribunal Federal, enquanto Farias e Thronicke também entraram com ação contra Gaspar. O caso está no STF sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.
EMENDAS PIX
Gaspar também foi alvo de investigação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) devido à destinação de R$ 6 milhões em emendas Pix para cidades do interior de Alagoas.
As emendas tornaram-se suspeitas após um relatório do TCU apontar problemas de rastreabilidade em uma série de repasses. No documento, o tribunal destaca que os valores enviados por Gaspar para o município de São José da Laje foram transferidos com a ocultação do destino final do dinheiro e sem a apresentação do relatório de gestão no sistema Transferegov.
Por essa razão, em decisão de julho deste ano, o TCU recomendou a notificação do município para cientificação do problema e ajuste de eventuais irregularidades. O tribunal, contudo, entendeu que não havia necessidade de abrir novos processos de investigação aprofundada.
Os questionamentos sobre a regularidade das emendas já haviam sido trazidos à tona durante a CPMI do INSS. Na época, o parlamentar informou que os valores foram transferidos a pedido do ex-prefeito da cidade, Rodrigo Valença, e defendeu que "todas as suas ações foram realizadas dentro da legalidade e das normas vigentes".
Quem é Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro nas eleiçõesDeputado federal ganhou destaque em 2026 como relator da CPMI do INSS; parecer dele pediu indiciamento de LulinhaPolítica2026-08-05T15:31:36.472ZO deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) foi anunciado nesta quarta-feira (5) como que vai concorrer à Presidência da República nas eleições de 2026. Seu nome ganhou destaque recentemente pela atuação como relator da CPMI do INSS. Além disso, ele foi acusado por adversários de estupro de vulnerável, o que ele nega, e teve emendas Pix investigadas pelo Tribunal de Contas da União (a apuração foi encerrada após notificação do município de destino). 📲 Receba as principais notícias do Brasil e do mundo no seu WhatsApp! e siga o canal do SBT News. Formado em direito, Gaspar teve trajetória como promotor de Justiça, com passagem pelo Ministério Público de Alagoas, e advogado antes de entrar na carreira política. Aos 55 anos, ele é natural de Maceió e atuou como secretário estadual de Segurança Pública durante o governo de Renan Filho (MDB), filho do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e ex-ministro dos Transportes no atual governo do presidente Lula (PT). Nas eleições de 2020, então filiado ao MDB, disputou o pleito para a prefeitura de Maceió e liderou o primeiro turno. No segundo, porém, acabou derrotado por João Henrique Caldas (PSDB). Em 2022, rompeu com a família Calheiros, deixou o MDB e filiou-se ao União Brasil. Foi eleito deputado naquele ano como o segundo mais votado em AL, atrás de Arthur Lira (PP-AL). Em primeiro mandato desde 2023, atuou como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional que investigou fraudes por descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O parecer de Gaspar , incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e ex-ministros de Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O congressista se envolveu numa confusão com Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS) durante a última sessão da CPMI. Após troca de ofensas com o petista na sala de reuniões, o colega deputado e a senadora acusaram Gaspar de estupro de vulnerável, crime que ele nega ter cometido. O alagoano apresentou queixa-crime contra os acusadores no Supremo Tribunal Federal, enquanto Farias e Thronicke também entraram com ação contra Gaspar. O caso está no STF sob relatoria do ministro Gilmar Mendes. EMENDAS PIX Gaspar também foi alvo de investigação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) devido à destinação de R$ 6 milhões em emendas Pix para cidades do interior de Alagoas. As emendas tornaram-se suspeitas após um relatório do TCU apontar problemas de rastreabilidade em uma série de repasses. No documento, o tribunal destaca que os valores enviados por Gaspar para o município de São José da Laje foram transferidos com a ocultação do destino final do dinheiro e sem a apresentação do relatório de gestão no sistema Transferegov. Por essa razão, em decisão de julho deste ano, o TCU recomendou a notificação do município para cientificação do problema e ajuste de eventuais irregularidades. O tribunal, contudo, entendeu que não havia necessidade de abrir novos processos de investigação aprofundada. Os questionamentos sobre a regularidade das emendas já haviam sido trazidos à tona durante a CPMI do INSS. Na época, o parlamentar informou que os valores foram transferidos a pedido do ex-prefeito da cidade, Rodrigo Valença, e defendeu que "todas as suas ações foram realizadas dentro da legalidade e das normas vigentes". São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/quem-e-alfredo-gaspar-vice-de-flavio-bolsonaro-nas-eleicoes
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