A Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF) pediu nesta quinta-feira (18) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para colher um depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a arma confiscada em seu nome junto a um sargento cedido ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na segunda (15). O requerimento é para que a oitiva seja prestada por videoconferência na próxima quarta (24), às 15h.
A corporação diz ter sido barrada pela equipe de escolta de entregar a intimação pessoalmente na residência de Bolsonaro em Brasília, onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar temporariamente enquanto se recupera de uma broncopneumonia. O prazo de 90 dias da domiciliar se encerra no dia seguinte à data proposta para a oitiva.
Antes de ser transferido para a residência no Jardim Botânico, bairro de Brasília, Bolsonaro vinha cumprindo a pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. O espaço está inserido no Complexo Penitenciário da Papuda, principal presídio de Brasília.
Uma blitz da Polícia Militar em Taguatinga, bairro de Brasília, apreendeu na noite de segunda-feira (15) uma pistola Glock junto a um sargento do Exército cedido ao GSI. A arma estava no assoalho do carro. De início, o sargento disse que a pistola era sua, mas admitiu ser de Bolsonaro posteriormente. Moraes cobrou explicações sobre o episódio.
Em resposta, a defesa do ex-presidente disse que o armamento estava devidamente registrado e tinha sido inutilizado por precaução, já que Bolsonaro faz uso de medicações psiquiátricas que podem afetar a sua cognição.
Ainda conforme os advogados, a falta de uma das peças impedia o funcionamento do sistema de disparo.
O problema teria sido percebido por Bolsonaro ao manusear o equipamento em casa, e por isso a pistola teria sido entregue ao sargento, que possui experiência com armamentos, para verificação da falha.
Polícia do DF pede depoimento de Bolsonaro sobre armaRequerimento enviado ao ministro Alexandre de Moraes sugere oitiva para a próxima quarta (24), por videoconferênciaPolítica2026-06-18T22:48:05.393ZA Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF) pediu nesta quinta-feira (18) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para colher um depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a junto a um sargento cedido ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na segunda (15). O requerimento é para que a oitiva seja prestada por videoconferência na próxima quarta (24), às 15h. A corporação diz ter sido barrada pela equipe de escolta de entregar a intimação pessoalmente na residência de Bolsonaro em Brasília, onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar temporariamente enquanto se recupera de uma broncopneumonia. O prazo de 90 dias da domiciliar se encerra no dia seguinte à data proposta para a oitiva. Antes de ser transferido para a residência no Jardim Botânico, bairro de Brasília, Bolsonaro vinha cumprindo a pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. O espaço está inserido no Complexo Penitenciário da Papuda, principal presídio de Brasília. + Arma confiscada Uma blitz da Polícia Militar em Taguatinga, bairro de Brasília, apreendeu na noite de segunda-feira (15) uma pistola Glock junto a um sargento do Exército cedido ao GSI. A arma estava no assoalho do carro. De início, o sargento disse que a pistola era sua, mas admitiu ser de Bolsonaro posteriormente. Moraes Em resposta, a defesa do ex-presidente disse que o armamento estava devidamente registrado e , já que Bolsonaro faz uso de medicações psiquiátricas que podem afetar a sua cognição. Ainda conforme os advogados, a falta de uma das peças impedia o funcionamento do sistema de disparo. O problema teria sido percebido por Bolsonaro ao manusear o equipamento em casa, e por isso a pistola teria sido entregue ao sargento, que possui experiência com armamentos, para verificação da falha.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/policia-do-df-pede-depoimento-de-bolsonaro-sobre-arma
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