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Congressistas adiantaram que vão formalizar aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), um pedido pelo fim do recesso. "Vamos fazer, na segunda-feira, uma reunião na liderança do PL [Partido Liberal]. De lá vamos pedir o fim do recesso branco e uma reunião com o presidente Motta", afirmou a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), vice-líder da minoria na Câmara.
Durante a entrevista, os parlamentares leram um manifesto conjunto em repúdio às medidas cautelares aplicadas a Bolsonaro e à atuação do STF. "O que temos hoje em curso no Brasil é uma perseguição política. Nada tem base no estado democrático de direito. Vivemos um estado de exceção", diz um dos trechos do documento lido pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL no Senado.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que, após a ação de hoje, o ex-presidente vai optar pelo silêncio. E que será temporariamente substituído pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). "Bolsonaro vai se calar e quem vai nos conduzir neste momento é a maior líder da oposição que esta nação já viu", afirmou em referência à Michelle.
O vice-líder da oposição na Câmara, Coronel Chrisóstomo (PL-RO), disse que Bolsonaro é alvo de perseguição e, parabenizando os militares brasileiros pelo golpe de 1964, pediu: "Forças armadas, estejam ao lado do povo brasileiro".
Questionado por jornalistas se a fala significava um pedido por uma intervenção militar no país, ele se calou.
Recesso mantido
Em um comunicado divulgado à imprensa nesta tarde, já após a manifestação da oposição, Davi Alcolumbre, reforçou que o recesso parlamentar de julho está mantido. "Durante as próximas duas semanas, não haverá sessões deliberativas nem funcionamento das comissões", diz o texto.
Ele continuou afirmando que "as atividades legislativas serão retomadas na semana do dia 4 de agosto, com sessões deliberativas no plenário do Senado e nas comissões".
Hugo Motta foi na mesma linha. "O presidente da Câmara dos Deputados informa que o recesso parlamentar de julho está confirmado, conforme previamente estabelecido. A pausa nas atividades legislativas será acompanhada por uma série de intervenções estruturais com o objetivo de modernizar e qualificar os espaços da Câmara", afirmou.
Oposição pede fim do recesso, diz que Bolsonaro vai se calar e que Michelle vai liderar a direitaDeputados e senadores fizeram pronunciamento na tarde desta sexta, após cumprimento de medidas cautelares contra o ex-presidente em operação da PFPolítica2025-07-18T18:15:43.686ZParlamentares da oposição convocaram uma entrevista coletiva de última hora nesta sexta-feira (18), primeiro dia do recesso parlamentar, para repercutir a , que agora terá de após operação da Polícia Federal (PF) em Brasília. Congressistas adiantaram que vão formalizar aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), um pedido pelo fim do recesso. "Vamos fazer, na segunda-feira, uma reunião na liderança do PL [Partido Liberal]. De lá vamos pedir o fim do recesso branco e uma reunião com o presidente Motta", afirmou a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), vice-líder da minoria na Câmara. Durante a entrevista, os parlamentares leram um manifesto conjunto em repúdio às medidas cautelares aplicadas a Bolsonaro e à atuação do STF. "O que temos hoje em curso no Brasil é uma perseguição política. Nada tem base no estado democrático de direito. Vivemos um estado de exceção", diz um dos trechos do documento lido pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL no Senado. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que, após a ação de hoje, o ex-presidente vai optar pelo silêncio. E que será temporariamente substituído pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). "Bolsonaro vai se calar e quem vai nos conduzir neste momento é a maior líder da oposição que esta nação já viu", afirmou em referência à Michelle. O vice-líder da oposição na Câmara, Coronel Chrisóstomo (PL-RO), disse que Bolsonaro é alvo de perseguição e, parabenizando os militares brasileiros pelo golpe de 1964, pediu: "Forças armadas, estejam ao lado do povo brasileiro". Questionado por jornalistas se a fala significava um pedido por uma intervenção militar no país, ele se calou. Recesso mantido Em um comunicado divulgado à imprensa nesta tarde, já após a manifestação da oposição, Davi Alcolumbre, reforçou que o recesso parlamentar de julho está mantido. "Durante as próximas duas semanas, não haverá sessões deliberativas nem funcionamento das comissões", diz o texto. Ele continuou afirmando que "as atividades legislativas serão retomadas na semana do dia 4 de agosto, com sessões deliberativas no plenário do Senado e nas comissões". Hugo Motta foi na mesma linha. "O presidente da Câmara dos Deputados informa que o recesso parlamentar de julho está confirmado, conforme previamente estabelecido. A pausa nas atividades legislativas será acompanhada por uma série de intervenções estruturais com o objetivo de modernizar e qualificar os espaços da Câmara", afirmou. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/oposicao-pede-fim-do-recesso-diz-que-bolsonaro-vai-se-calar-e-que-michelle-vai-liderar-a-direita
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