Política

Marinho diz que Bolsonaro está "animado" com Flávio e "tranquilo" sobre possível expulsão das Forças Armadas

Coordenador da pré-campanha do filho "01" de Jair, ex-ministro afirma que PL deverá ter "candidaturas majoritárias ao Senado ou ao governo em todos os estados"

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O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta quarta-feira (4), após visitar Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, que o ex-presidente está "muito animado" com a pré-candidatura do filho mais velho, Flávio (PL-RJ), à Presidência da República. Ex-ministro do Desenvolvimento Regional no governo passado e coordenador da campanha do senador, ele também comentou que o ex-mandatário está "tranquilo" sobre possível expulsão das Forças Armadas e perda de patente.

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"O presidente está tranquilo em relação ao que está ocorrendo", disse Marinho, classificando representação do Ministério Público Militar (MPM) pedindo ao Superior Tribunal Militar (STM) perda de posto e patente do ex-presidente como "parte de um processo não apenas para aprisionar, mas impedir resgate profissional".

Marinho reforçou que conversou com Bolsonaro principalmente sobre eleições de 2026. "Hoje ele tem uma visão bastante amadurecida a respeito de como se encontra a conjuntura nacional. Fato de que, pra nós, Lula é uma mercadoria vencida e que candidatura de Flávio é e está muito tracionada, além de ser competitiva. Ele está muito animado em relação à candidatura de Flávio", falou.

O ex-ministro de Bolsonaro afirmou que alinhou com o ex-presidente "um passo a passo de vários estados". "Em cada um, é evidente que é necessário transigência, negociação, mas sem perder a nossa essência. O PL deverá ter candidaturas majoritárias ou ao Senado ou ao governo em todas as unidades da federação", explicou.

O senador também comparou eleição deste ano com pleitos passados, dizendo acreditar na possibilidade de vitória de Flávio. "Primeira eleição [em 2018], [Jair Bolsonaro] voou abaixo do radar, se elegeu sem tempo de televisão, sem partido. Em 2022, todo o sistema se armou para derrotá-lo. Temos que olhar o que aconteceu, potencializar acertos e não repetir erros", analisou.

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