Um mês de buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael no Maranhão: o que se sabe sobre o caso
Crianças brincavam próximo a casa no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA) quando desapareceram
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Naiara Ribeiro, com informações de TV Difusora
Um mês de buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael | Divulgação
Nesta quarta-feira (4), completa-se um mês de buscas pelas crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidas no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA). Até agora, não há pistas sobre o paradeiro das crianças.
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O desaparecimento ocorreu em 4 de janeiro, por volta das 13h, enquanto brincavam no povoado. Além de Ágatha e Allan, estava o primo Anderson Kauan, de 8 anos, que tem autismo.
As buscas começaram imediatamente com equipes do Comando de Operações de Sobrevivência em Área Rural (COSAR) e da Polícia Militar do Maranhão.
No quarto dia de operação,Anderson Kauan foi encontrado por um carroceiro em uma estrada de terra que liga ao povoado Santa Rosa, cerca de 4 km do local do desaparecimento. A criança estava sozinha e sem roupas. Ele foi socorrido pelo SAMU e levado para um hospital em Bacabal.
Omenino orientou os bombeiros sobre o percurso feitoe sobre o local em que tinha deixado os primos enquanto buscava ajuda, uma cabana abandonada, às margens do Rio Mearim. Desde então, os esforços em encontrar Ágatha e Allan se concentram na região.
A operação mobilizou mais de 260 agentes, entre policiais militares e civis, bombeiros e integrantes da Defesa Civil, além de centenas de voluntários, que em alguns momentos ultrapassaram mil pessoas. Posteriormente, receberam reforço do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e equipes de bombeiros do Pará e do Ceará.
Um mês de buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael | Divulgação
As buscas utilizam cães farejadores, drones com câmeras termais, mergulhadores, botes, lanchas e aeronaves da Força Aérea Brasileira. Para a varredura no rio Mearim, a Marinha empregou o side scan sonar, equipamento capaz de localizar objetos ou corpos submersos mesmo em águas turvas.
A Prefeitura de Bacabal montou duas bases operacionais, nos povoados São Sebastião e Santa Rosa, garantindo apoio logístico às equipes.
Paralelamente, a Polícia Civil instaurou inquérito e constituiu uma comissão de investigação, com apoio de unidades especializadas de São Luís. O protocolo Amber Alert foi acionado, com alertas e fotos das crianças divulgados nas plataformas da Meta (Facebook e Instagram) em um raio de 160 km.
A Perícia Oficial do Estado do Maranhão analisou vestígios encontrados e coletou material genético das famílias para eventual cruzamento. Canais como o Disque-Denúncia Maranhão (181) seguem ativos para receber informações da população.
Segundo a SSP-MA, “esgotadas as possibilidades iniciais sem êxito, foi mantida uma equipe especializada em rastreamento, composta por bombeiros militares, policiais civis e militares, Força Estadual, Centro Tático Aéreo (CTA) e Exército Brasileiro, com uso de aeronaves, drones e cães farejadores.”
A principal linha de investigação considera que elas possam ter se perdido na mata, mas a Polícia Civil não descarta a participação de terceiros.
Um mês de buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael no Maranhão: o que se sabe sobre o casoCrianças brincavam próximo a casa no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA) quando desapareceram
Brasil2026-02-04T14:24:29.946ZNesta quarta-feira (4), completa-se um mês de buscas pelas crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidas no quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA). Até agora, não há pistas sobre o paradeiro das crianças. O desaparecimento ocorreu em 4 de janeiro, por volta das 13h, enquanto brincavam no povoado. Além de Ágatha e Allan, estava o primo Anderson Kauan, de 8 anos, que tem autismo. As buscas começaram imediatamente com equipes do Comando de Operações de Sobrevivência em Área Rural (COSAR) e da Polícia Militar do Maranhão. No quarto dia de operação, por um carroceiro em uma estrada de terra que liga ao povoado Santa Rosa, cerca de 4 km do local do desaparecimento. A criança estava sozinha e sem roupas. Ele foi socorrido pelo SAMU e levado para um hospital em Bacabal. O e sobre o local em que tinha deixado os primos enquanto buscava ajuda, uma cabana abandonada, às margens do Rio Mearim. Desde então, os esforços em encontrar Ágatha e Allan se concentram na região. A operação mobilizou mais de 260 agentes, entre policiais militares e civis, bombeiros e integrantes da Defesa Civil, além de centenas de voluntários, que em alguns momentos ultrapassaram mil pessoas. Posteriormente, receberam reforço do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e equipes de bombeiros do Pará e do Ceará. As buscas utilizam cães farejadores, drones com câmeras termais, mergulhadores, botes, lanchas e aeronaves da Força Aérea Brasileira. Para a varredura no rio Mearim, a Marinha empregou o side scan sonar, equipamento capaz de localizar objetos ou corpos submersos mesmo em águas turvas. A Prefeitura de Bacabal montou duas bases operacionais, nos povoados São Sebastião e Santa Rosa, garantindo apoio logístico às equipes. Paralelamente, a Polícia Civil instaurou inquérito e constituiu uma comissão de investigação, com apoio de unidades especializadas de São Luís. O protocolo Amber Alert foi acionado, com alertas e fotos das crianças divulgados nas plataformas da Meta (Facebook e Instagram) em um raio de 160 km. A Perícia Oficial do Estado do Maranhão analisou vestígios encontrados e coletou material genético das famílias para eventual cruzamento. Canais como o Disque-Denúncia Maranhão (181) seguem ativos para receber informações da população. Segundo a SSP-MA, “esgotadas as possibilidades iniciais sem êxito, foi mantida uma equipe especializada em rastreamento, composta por bombeiros militares, policiais civis e militares, Força Estadual, Centro Tático Aéreo (CTA) e Exército Brasileiro, com uso de aeronaves, drones e cães farejadores.” A principal linha de investigação considera que elas possam ter se perdido na mata, mas a Polícia Civil não descarta a participação de terceiros. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/um-mes-de-buscas-por-agatha-isabelly-e-allan-michael-no-maranhao-o-que-se-sabe-sobre-o-caso