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Segundo apurou a reportagem, os Estados Unidos já foram informados sobre a presença da deputada no país. Há possibilidade de ela pedir refúgio nos EUA alegando perseguição política. Se Zambelli for para a Itália, autoridades podem aceitar pedido de extradição.
A reportagem apurou que, na decisão da Interpol, foi relatado que em 2022 a deputada ordenou que o hacker Walter Delgatti Neto invadisse os sistemas de informação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de disseminar falsamente supostas vulnerabilidades no Judiciário brasileiro.
Outro argumento utilizado na decisão de incluir a parlamentar na lista de difusão vermelha revela que em 2023, novamente sob as ordens da congressista, o hacker invadiu os sistemas do CNJ, criando e inserindo um falso mandado de prisão contra um ministro do Supremo na plataforma utilizada pelo Judiciário brasileiro para cadastrar pessoas procuradas.
Nas redes sociais, a parlamentar disse que vai ficar na Europa por ter cidadania europeia e que vai "denunciar a ditadura" que, segundo ela, o Brasil vive.
Interpol publica inclusão de Carla Zambelli na lista de difusão vermelhaMedida acontece após deputada deixar o Brasil; parlamentar foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão e à perda de mandato por invadir sistemas do CNJPolítica2025-06-05T16:04:53.057ZA Interpol incluiu nesta quinta-feira (5) o nome da deputada Carla Zambelli (PL-SP) na , a pedido da Polícia Federal (PF) após , do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada pelo SBT News. Segundo apurou a reportagem, os Estados Unidos já foram informados sobre a presença da deputada no país. Há possibilidade de ela pedir refúgio nos EUA alegando perseguição política. , autoridades podem aceitar pedido de extradição. A reportagem apurou que, na decisão da Interpol, foi relatado que em 2022 a deputada ordenou que o hacker Walter Delgatti Neto invadisse os sistemas de informação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de disseminar falsamente supostas vulnerabilidades no Judiciário brasileiro. Outro argumento utilizado na decisão de incluir a parlamentar na lista de difusão vermelha revela que em 2023, novamente sob as ordens da congressista, o hacker invadiu os sistemas do CNJ, criando e inserindo um falso mandado de prisão contra um ministro do Supremo na plataforma utilizada pelo Judiciário brasileiro para cadastrar pessoas procuradas. A medida acontece após Zambelli deixar o Brasil. Em maio, a por invadir sistemas do CNJ. Nas redes sociais, a parlamentar disse que vai ficar na Europa por ter cidadania europeia e que vai "denunciar a ditadura" que, segundo ela, o Brasil vive. Segundo a deputada, ela vai pedir licença não remunerada, assim como fez o . São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/interpol-publica-inclusao-de-carla-zambelli-na-lista-de-difusao-vermelha
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