Integrantes da CPMI do INSS passaram a articular uma estratégia alternativa para conseguir viabilizar junto à cúpula do Congresso Nacional a prorrogação dos trabalhos da comissão.
A investigação parlamentar teve início em 20 de agosto e está prevista para encerrar em 28 de março. Em duas frentes, a cúpula da comissão já pediu a extensão dos trabalhos por 60 dias ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando um prazo ainda maior, de 120 dias.
Não houve, até o momento, nenhuma resposta. Nos bastidores, a probabilidade de imposição de uma ordem judicial pela prorrogação do funcionamento da comissão é vista como baixa, principalmente depois que o ministro Cristiano Zanin rejeitou um pedido da Câmara que cobrava a instalação de uma CPI dedicada a investigar o Master. O caso sobre a CPMI do INSS está nas mãos do ministro André Mendonça.
Já Alcolumbre vem evitando se posicionar sobre a prorrogação, embora esse seja um pleito feito pela oposição há três meses. Como alternativa, ganhou força nos últimos dias uma espécie de trabalho de convencimento junto ao presidente do Congresso.
Influentes membros da CPMI sinalizam aceitar uma redução da prorrogação dos trabalhos, passando para um prazo de 30 dias. Nos bastidores, eles argumentam que o tempo é necessário para concluir a análise dos materiais já recebidos, principalmente os que envolvem o Banco Master, e elaborar e votar um relatório final.
Entre os defensores da medida, uma prorrogação mínima é tratada como uma solução para Alcolumbre acenar a uma demanda feita por figuras de diversos espectros políticos que torcem para que a comissão seja encerrada o quanto antes e, ao mesmo tempo, evitar ser acusado de inviabilizar a conclusão das apurações.
CPMI do INSS: Parlamentares tentam acordo e articulam prazo menor de prorrogaçãoOfensiva nos bastidores visa encontrar um meio-termo junto ao presidente do Congresso, Davi AlcolumbrePolítica2026-03-18T16:32:16.337ZIntegrantes da CPMI do INSS passaram a articular uma estratégia alternativa para conseguir viabilizar junto à cúpula do Congresso Nacional a prorrogação dos trabalhos da comissão. A investigação parlamentar teve início em 20 de agosto e está prevista para encerrar em 28 de março. Em duas frentes, a cúpula da comissão já pediu a extensão dos trabalhos por 60 dias ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando um prazo ainda maior, de 120 dias. Não houve, até o momento, nenhuma resposta. Nos bastidores, a probabilidade de imposição de uma ordem judicial pela prorrogação do funcionamento da comissão é vista como baixa, principalmente depois que o ministro Cristiano Zanin rejeitou um pedido da Câmara que cobrava a instalação de uma CPI dedicada a investigar o Master. O caso sobre a CPMI do INSS está nas mãos do ministro André Mendonça. Já Alcolumbre vem evitando se posicionar sobre a prorrogação, embora esse seja um pleito feito pela oposição há três meses. Como alternativa, ganhou força nos últimos dias uma espécie de trabalho de convencimento junto ao presidente do Congresso. Influentes membros da CPMI sinalizam aceitar uma redução da prorrogação dos trabalhos, passando para um prazo de 30 dias. Nos bastidores, eles argumentam que o tempo é necessário para concluir a análise dos materiais já recebidos, principalmente os que envolvem o Banco Master, e elaborar e votar um relatório final. Entre os defensores da medida, uma prorrogação mínima é tratada como uma solução para Alcolumbre acenar a uma demanda feita por figuras de diversos espectros políticos que torcem para que a comissão seja encerrada o quanto antes e, ao mesmo tempo, evitar ser acusado de inviabilizar a conclusão das apurações. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/cpmi-do-inss-parlamentares-tentam-acordo-e-articulam-prazo-menor-de-prorrogacao
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