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Papa Leão XIV diz que ataques militares aéreos deveriam ser proibidos

Sem mencionar guerra entre EUA, Israel e Irã, pontífice declarou que "ninguém deveria ter que temer que ameaças de morte e destruição possam vir do céu"

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Papa Leão no Vaticano | 18/3/2026/Reuters/Guglielmo Mangiapane

O papa Leão XIV criticou duramente os bombardeios aéreos nesta segunda-feira (23), dizendo que eles são indiscriminados e que deveriam ser proibidos, em seus mais recentes comentários contra guerra, no momento em que o conflito de EUA e Israel contra o Irã entra na quarta semana.

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Leão, o primeiro papa dos EUA, não mencionou especificamente o conflito em expansão em uma reunião com executivos e funcionários da ITA Airways, da Itália, mas condenou veementemente o uso do poder aéreo na guerra.

"Ninguém deveria ter que temer que ameaças de morte e destruição possam vir do céu", disse o papa.

"Após as trágicas experiências do século 20, os bombardeios aéreos deveriam ter sido banidos para sempre", declarou ele. "No entanto, eles ainda existem... isso não é progresso; é regressão!"

O papa tem pedido repetidamente um cessar-fogo na guerra do Irã. Nesse domingo (22), ele chamou o conflito de "escândalo para toda a família humana".

A ITA Airways, controlada pela Lufthansa, da Alemanha, e sucessora da falida companhia aérea de bandeira nacional Alitalia, é a companhia aérea que normalmente leva o papa para fora de Roma quando ele faz viagens ao exterior.

(Reportagem de Joshua McElwee)

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