Retomada do processo acontece um ano após a morte de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare; defesa tenta barrar evidências e depoimentos obtidos na prisão
SBT News, com informações da Reuters
Luigi Mangione em tribunal de Nova York, durante as audiências nesta segunda (1º) | Foto: reprodução/Reuters)
Luigi Mangione, acusado de matar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare em frente a um hotel em Manhattan, retornou ao tribunal em Nova York nesta segunda-feira (1º) para uma nova audiência.
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A retomada do processo ocorre um ano após a morte do executivo da operadora de saúde. As autoridades condenaram o assassinato, que provocou comoção pública. Mangione se tornou um símbolo para parte da população que critica os altos custos da saúde nos Estados Unidos.
Vários apoiadores acompanharam a audiência do lado de fora, incluindo um homem fantasiado de vilão do videogame Super Mario Bros, que carregava uma placa com os dizeres: “Quando os pacientes morrem, os lucros aumentam”.
Apoiadores fantasiados se reúnem do lado de fora do tribunal enquanto Luigi Mangione participa de sessão nesta segunda(1º ) | Foto: reprodução/Reuters
As audiências conduzidas pelo juiz Gregory Carro podem se estender por toda a semana e devem incluir depoimentos de testemunhas envolvidas na prisão de Mangione na Pensilvânia. A defesa afirma que ele foi revistado e interrogado ilegalmente.
Os advogados tentam impedir que os promotores apresentem provas que a polícia disse ter encontrado na mochila do acusado, entre elas uma arma impressa em 3D, um silenciador, dispositivos eletrônicos e anotações em um diário que supostamente o incriminam. A defesa também tenta invalidar declarações que Mangione deu aos agentes, alegando que ele não foi informado adequadamente sobre seus direitos.
Se for condenado por homicídio em segundo grau, Mangione pode pegar prisão perpétua. Ele também responde a sete acusações de porte ilegal de arma e uma de posse de documento de identidade falso.
Em setembro, o juiz Carro rejeitou duas acusações de terrorismo, afirmando que não havia provas suficientes de que Mangione pretendia intimidar funcionários de planos de saúde ou influenciar políticas públicas.
As datas de julgamento, tanto na esfera estadual quanto na federal, ainda não foram definidas. Mangione permanece sob custódia federal no Brooklyn desde sua prisão.
Relembre o caso
Em 4 de dezembro de 2024, Brian Thompson foi morto a tiros ao entrar em um hotel no centro de Nova York. Ele morreu na hora. No dia 9 de dezembro, Luigi Mangione foi preso. Com ele foram apreendidos uma arma, identidades falsas, dinheiro e um manifesto no qual criticava seguradoras de saúde e as chamava de “parasitas de um sistema corrompido”.
Luigi Mangione retorna ao tribunal em Nova York Retomada do processo acontece um ano após a morte de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare; defesa tenta barrar evidências e depoimentos obtidos na prisãoMundo2025-12-01T22:01:49.188ZLuigi Mangione, acusado de matar Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare em frente a um hotel em Manhattan, retornou ao tribunal em Nova York nesta segunda-feira (1º) para uma nova audiência. A retomada do processo ocorreAs autoridades condenaram o assassinato, que provocou comoção pública. Mangione se tornou um símbolo para parte da população que critica os altos custos da saúde nos Estados Unidos. e deverá ser julgado no próximo ano. Ele também nega as acusações em um processo federal separado, no qual os promotores pretendem pedir a pena de morte. Vários apoiadores acompanharam a audiência do lado de fora, incluindo um homem fantasiado de vilão do videogame Super Mario Bros, que carregava uma placa com os dizeres: “Quando os pacientes morrem, os lucros aumentam”. As audiências conduzidas pelo juiz Gregory Carro podem se estender por toda a semana e devem incluir depoimentos de testemunhas envolvidas na prisão de Mangione na Pensilvânia. A defesa afirma que ele foi revistado e interrogado ilegalmente. Os advogados tentam impedir que os promotores apresentem provas que a polícia disse ter encontrado na mochila do acusado, entre elas uma arma impressa em 3D, um silenciador, dispositivos eletrônicos e anotações em um diário que supostamente o incriminam. A defesa também tenta invalidar declarações que Mangione deu aos agentes, alegando que ele não foi informado adequadamente sobre seus direitos. Se for condenado por homicídio em segundo grau, Mangione pode pegar prisão perpétua. Ele também responde a sete acusações de porte ilegal de arma e uma de posse de documento de identidade falso. Em setembro,, afirmando que não havia provas suficientes de que Mangione pretendia intimidar funcionários de planos de saúde ou influenciar políticas públicas. As datas de julgamento, tanto na esfera estadual quanto na federal, ainda não foram definidas. Mangione permanece sob custódia federal no Brooklyn desde sua prisão. Relembre o caso Em 4 de dezembro de 2024, Brian Thompson foi morto a tiros ao entrar em um hotel no centro de Nova York. Ele morreu na hora. No dia 9 de dezembro, Luigi Mangione foi preso. Com ele foram apreendidos uma arma, identidades falsas, dinheiro e um manifesto no qual criticava seguradoras de saúde e as chamava de São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/mundo/luigi-mangione-retorna-ao-tribunal-em-nova-york-1
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