Flávio Bolsonaro faz primeiro ato como pré-candidato ao Planalto, ataca STF e mira Lulinha na Paulista
Senador discursou por 17 minutos com colete à prova de balas, defendeu impeachment de ministros do STF e criticou Lulinha; ato reuniu 20,4 mil
Vicklin Moraes
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou neste domingo (1º) do primeiro grande ato público desde que foi anunciado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Em discurso de cerca de 17 minutos, usando colete à prova de balas, adotou tom de confronto contra o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF).
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Durante a fala, o senador criticou ministros da Corte e defendeu impeachment em caso de descumprimento da lei.
"Eu quero deixar uma coisa aqui muito clara: todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro que descumpra a lei. E isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado. O nosso alvo nunca foi o Supremo. Nós sabemos que ele é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro”, afirmou.
Ataques a Lulinha
Flávio também direcionou críticas a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O nome dele é citado em investigações da Polícia Federal sobre supostas fraudes no INSS. Um dos pontos apurados envolve um possível pagamento de R$ 300 mil feito por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
"Em 2023, no roubo dos aposentados do INSS, quem é o presidente da República? [...] Eu aprendi honestidade em casa. Eu sou filho de Bolsonaro. Não sou filho do Lula”, declarou. Em seguida, afirmou que o dinheiro que estaria faltando a aposentados “pode estar na conta do filho do Lula, lá na Suíça”.
Público e lideranças presentes
O ato, batizado de “Acorda Brasil”, foi convocado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e também ocorreu em outras capitais. Em São Paulo, participaram ainda os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), apontados como presidenciáveis.
Também estiveram presentes o pastor Silas Malafaia e o deputado federal e líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
Segundo o Monitor do Debate Político do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common, a manifestação reuniu 20,4 mil pessoas na Avenida Paulista.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes(MDB), afirmou representar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que não participou do ato por estar em agenda oficial em Frankfurt, na Alemanha.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também não compareceu. De acordo com a organização, ela passou por cirurgia na sexta-feira (30).
Os organizadores informaram que o custo do evento foi de cerca de R$ 130 mil, arrecadados por meio de vaquinha promovida por parlamentares envolvidos.
Flávio Bolsonaro faz primeiro ato como pré-candidato ao Planalto, ataca STF e mira Lulinha na PaulistaSenador discursou por 17 minutos com colete à prova de balas, defendeu impeachment de ministros do STF e criticou Lulinha; ato reuniu 20,4 milPolítica2026-03-01T22:45:31.947ZO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou neste domingo (1º) do primeiro grande ato público desde que foi anunciado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Em discurso de cerca de 17 minutos, usando colete à prova de balas, adotou tom de confronto contra o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a fala, o senador criticou ministros da Corte e defendeu impeachment em caso de descumprimento da lei. "Eu quero deixar uma coisa aqui muito clara: todos nós somos favoráveis ao impeachment de qualquer ministro que descumpra a lei. E isso só não acontece hoje porque ainda não temos maioria no Senado. O nosso alvo nunca foi o Supremo. Nós sabemos que ele é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia a pretexto de defendê-la para atingir Bolsonaro”, afirmou. Ataques a Lulinha Flávio também direcionou críticas a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O nome dele é citado em Um dos pontos apurados envolve um possível pagamento de por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. "Em 2023, no roubo dos aposentados do INSS, quem é o presidente da República? [...] Eu aprendi honestidade em casa. Eu sou filho de Bolsonaro. Não sou filho do Lula”, declarou. Em seguida, afirmou que o dinheiro que estaria faltando a aposentados “pode estar na conta do filho do Lula, lá na Suíça”. Público e lideranças presentes O ato, batizado de (PL-MG) e também ocorreu em outras capitais. Em São Paulo, participaram ainda os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), apontados como presidenciáveis. Também estiveram presentes o pastor Silas Malafaia e o deputado federal e líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Segundo o Monitor do Debate Político do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common, a manifestação reuniu 20,4 mil pessoas na Avenida Paulista. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes(MDB), afirmou representar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que não participou do ato por estar em agenda oficial em Frankfurt, na Alemanha. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também não compareceu. De acordo com a organização, ela passou por cirurgia na sexta-feira (30). Os organizadores informaram que o custo do evento foi de cerca de R$ 130 mil, arrecadados por meio de vaquinha promovida por parlamentares envolvidos.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/flavio-bolsonaro-faz-primeiro-ato-como-pre-candidato-ao-planalto-ataca-stf-e-mira-lulinha-na-paulista
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