Justiça

Moraes vota para condenar mais 12 réus por atos golpistas do 8 de janeiro

Ministros propôs penas de 12 a 17 anos de prisão; caso será julgado em plenário virtual até dia 9 de fevereiro

C
Camila Stucaluc
02/02/2024, 09:57 • Atualizado em 03/02/2024, 02:29
compartilhar
Moraes vota para condenar mais 12 réus por atos golpistas do 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou, nesta sexta-feira (2), para condenar mais 12 réus pela invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023. O magistrado, relator do caso, propôs penas que variam de 12 a 17 anos de prisão, conforme participação nos atos golpistas.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

"Como já assinalado, a motivação para as condutas criminosas visava o completo rompimento da ordem constitucional, mediante a prática de atos violentos, em absoluto desrespeito ao Estado Democrático de Direito, às Instituições e ao patrimônio público", disse Moraes.

O caso será julgado em plenário virtual, ou seja, sem debates, até 9 de fevereiro. Todos os réus foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que listou cinco crimes: associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado.

Segundo o governo federal, calcula-se que os danos causados ao patrimônio público chegam à cifra de mais de R$ 20 milhões. O plenário do STF foi um dos principais alvos de vandalismo, com impacto que passa dos R$ 12 milhões.

Ao todo, 2 mil pessoas foram detidas no dia da invasão. Destes, 1,3 mil foram denunciados pela PGR, sendo julgados pelo STF. Até o momento, 30 pessoas foram condenadas, entre executores e financiadores da tentativa de golpe de Estado, com penas que variam entre 14 e 17 anos de prisão. Outros 1,1 mil processos foram suspensos para acordos.

Leia mais

Ver tudo
Imagem da notícia: Datafolha: Lula tem vantagem de dez pontos sobre Flávio

Datafolha: Lula tem vantagem de dez pontos sobre Flávio

Imagem da notícia: Alerta falso: "Tudo leva a crer que foi hacker", diz governo

Alerta falso: "Tudo leva a crer que foi hacker", diz governo

Imagem da notícia: Misantropia: "Migalhas digitais" ajudarão PF, diz professor

Misantropia: "Migalhas digitais" ajudarão PF, diz professor

Imagem da notícia: Bolívia decreta estado de emergência após protestos

Bolívia decreta estado de emergência após protestos

Imagem da notícia: Datafolha: Lula tem vantagem de dez pontos sobre Flávio

Datafolha: Lula tem vantagem de dez pontos sobre Flávio

Imagem da notícia: Alerta falso: "Tudo leva a crer que foi hacker", diz governo

Alerta falso: "Tudo leva a crer que foi hacker", diz governo

Imagem da notícia: Misantropia: "Migalhas digitais" ajudarão PF, diz professor

Misantropia: "Migalhas digitais" ajudarão PF, diz professor

Imagem da notícia: Bolívia decreta estado de emergência após protestos

Bolívia decreta estado de emergência após protestos

Últimas notícias

Ataques de Israel matam 10 no Líbano após cessar-fogo

Militares israelenses disseram que bombardeios foram em resposta a projéteis disparados pelo Hezbollah

Jogos de hoje (20) da Copa do Mundo: veja horários

Holanda e Suécia fazem confronto direto pela liderança do Grupo F, enquanto Alemanha encara a Costa do Marfim

‘Misantropia’: alerta falso é enviado para celulares

Disparos com a palavra foram relatados em diversos estados; governo suspeita de ataque hacker

Veja os caminhos do Brasil na Copa até uma possível final

Vitória sobre o Haiti deixa a seleção perto da classificação. Entenda os cenários para avançar em 1º, 2º ou até 3º lugar no Grupo C

PicPay descarta fraude e diz que não opera consignado

Alvo de operação no DF, empresa afirma que ficará comprovado que nunca houve irregularidade

Petrobras aprova US$ 1,2 bi para combustível sustentável

Nova planta em Cubatão produzirá combustível de aviação renovável e diesel renovável a partir de 2030, reforçando estratégia de transição energética da estatal