Justiça

Nunes Marques será relator no STF de caso que investiga ministro do STJ acusado de assédio

Marco Aurélio Gastaldi Buzzi teria assediado uma jovem de 18 anos em Balneário Camboriú (SC) e caso segue sob sigilo

Imagem da noticia Nunes Marques será relator no STF de caso que investiga ministro do STJ acusado de assédio
O ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi está no STJ desde setembro de 2011 | José Alberto/STJ
• Atualizado em

O ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado relator do caso que apura se o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Aurélio Gastaldi Buzzi cometeu assédio sexual contra uma jovem de 18 anos.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

A denúncia contra Buzzi foi feita por um casal de amigos pais da adolescente. O episódio teria ocorrido neste mês em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. O magistrado nega os fatos.

A investigação foi enviada ao Supremo pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e tramita em sigilo para preservar a identidade da vítima. Na manhã dessa terça (3), foram colhidos depoimentos sobre o caso.

A denúncia foi revelada pela revista Veja e confirmada pelo SBT News.

O ministro Marco Buzzi tomou posse no STJ em 2011 após ser indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Acusação

A vítima e seus pais tinham relação de proximidade com Buzzi e estavam hospedados em um imóvel do magistrado durante as férias. O assédio teria ocorrido durante um passeio na praia.

O advogado Daniel Bialski, que faz a defesa da vítima e de familiares, disse em nota que aguarda rigor nas apurações e prioriza resguardar da privacidade da família afetada. Um boletim de ocorrência do caso também foi registrado em São Paulo.

Defesa

Em nota divulgada pelo STJ, Buzzi disse ter se surpreendido "com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos". O magistrado afirma ainda que "repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio".

Últimas Notícias