Ministério Público de SP cobra explicações da prefeitura sobre câmera corporal em GCM
Órgão instaurou um inquérito civil e deu à gestão de Nunes um prazo de 30 dias para apresentar um documento detalhando a implementação do projeto
S
SBT News
19/03/2025, 23:18 • Atualizado em 19/03/2025, 23:18
compartilhar
Guarda Civil Metropolitana de São Paulo | Reprodução/ Confederação Nacional dos Municípios
O Ministério Público (MP-SP), por meio do Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública (GAESP), instaurou um inquérito civil para cobrar informações da Prefeitura de São Paulo sobre a implementação do programa de câmeras corporais na Guarda Civil Metropolitana (GCM).
Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.
Na ação, o MP-SP solicitou que, em até 30 dias, a gestão de Ricardo Nunes apresente um documento detalhando a implementação do projeto. O relatório deve incluir informações sobre o planejamento e as principais necessidades operacionais do equipamento, como patrulhamento ostensivo, abordagens em áreas de risco, e uso na região da Cracolândia e no Programa Guardiã Maria da Penha.
Além disso, o documento deve estabelecer critérios para o uso das câmeras, informando se a gravação será contínua ou não, e apresentar um cronograma com a previsão de duração da licitação até a efetiva operação dos equipamentos.
O SBT News procurou a Prefeitura de São Paulo sobre o inquérito do Ministério Público, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
O órgão também solicitou dados sobre ocorrências e incidentes para avaliar áreas não abrangidas pelo programa Smart Sampa, além de estudos sobre custos, armazenamento, treinamento e manutenção do sistema.
O órgão entende que a Guarda Civil Metropolitana frequentemente enfrenta situações de flagrante delito, em que o registro por imagens é um elemento probatório essencial. O uso de câmeras corporais pode melhorar a qualidade das provas, garantir maior proteção às vítimas e contribuir para a correção e o aperfeiçoamento das operações.
Mesmo com a existência desse programa, o MP-SP ressalta que nada impede a criação de um plano específico para a adoção desse tipo de equipamento.
Segundo o MP-SP, a medida fortaleceria a produção de provas, aproximaria os agentes da população e garantiria a aplicação do princípio da simetria entre as forças de segurança no Brasil no uso de tecnologias de monitoramento.
Ministério Público de SP cobra explicações da prefeitura sobre câmera corporal em GCMÓrgão instaurou um inquérito civil e deu à gestão de Nunes um prazo de 30 dias para apresentar um documento detalhando a implementação do projetoBrasil2025-03-19T23:18:22.560ZO Ministério Público (MP-SP), por meio do Grupo de Atuação Especial em Segurança Pública (GAESP), instaurou um inquérito civil para cobrar informações da Prefeitura de São Paulo sobre a implementação do programa de câmeras corporais na Guarda Civil Metropolitana (GCM). Na ação, o MP-SP solicitou que, em até 30 dias, a gestão de Ricardo Nunes apresente um documento detalhando a implementação do projeto. O relatório deve incluir informações sobre o planejamento e as principais necessidades operacionais do equipamento, como patrulhamento ostensivo, abordagens em áreas de risco, e uso na região da Cracolândia e no Programa Guardiã Maria da Penha. Além disso, o documento deve estabelecer critérios para o uso das câmeras, informando se a gravação será contínua ou não, e apresentar um cronograma com a previsão de duração da licitação até a efetiva operação dos equipamentos. O SBT News procurou a Prefeitura de São Paulo sobre o inquérito do Ministério Público, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O órgão também solicitou dados sobre ocorrências e incidentes para avaliar áreas não abrangidas pelo programa Smart Sampa, além de estudos sobre custos, armazenamento, treinamento e manutenção do sistema. GCM realizando patrulhamento O MP-SP destaca que o além da intervenção. A atuação deve respeitar as atribuições dos demais órgãos de segurança, sem exercer funções de polícia judiciária. O órgão entende que a Guarda Civil Metropolitana frequentemente enfrenta situações de flagrante delito, em que o registro por imagens é um elemento probatório essencial. O uso de câmeras corporais pode melhorar a qualidade das provas, garantir maior proteção às vítimas e contribuir para a correção e o aperfeiçoamento das operações. Outro ponto levantado pelo MP-SP é que o Programa Smart Sampa,, não inclui o uso de câmeras corporais pelos guardas civis metropolitanos. Mesmo com a existência desse programa, o MP-SP ressalta que nada impede a criação de um plano específico para a adoção desse tipo de equipamento. Segundo o MP-SP, a medida fortaleceria a produção de provas, aproximaria os agentes da população e garantiria a aplicação do princípio da simetria entre as forças de segurança no Brasil no uso de tecnologias de monitoramento. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/ministerio-publico-de-sp-cobra-explicacoes-da-prefeitura-sobre-camera-corporal-em-gcm
Ao SBT News, senador defendeu o sistema de pagamentos brasileiro após voltar dos EUA e voltou a pedir adiamento da tarifa de 25% sobre produtos nacionais