Justiça do Rio autoriza cremação de Juliana Marins, brasileira que morreu em trilha na Indonésia
Cerimônia de despedida será nesta sexta-feira (4), em Niterói; família havia pedido nova autópsia e questionado laudo das autoridades indonésias
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Vicklin Moraes
03/07/2025, 23:47 • Atualizado em 03/07/2025, 23:48
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Juliana Marins | Reprodução/Redes sociais
A Justiça do Rio de Janeiro autorizou nesta quinta-feira (3) a cremação do corpo da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no entorno do vulcão Rinjani, na Indonésia. A cerimônia de despedida será realizada nesta sexta-feira (4), no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
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O velório será aberto ao público das 10h às 12h. Em seguida, das 12h30 às 15h, ocorrerá uma cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
O pedido de autorização foi feito pela Defensoria Pública do Estado do Rio, em conjunto com a Defensoria Pública da União (DPU). A liberação do corpo dependia da conclusão de uma nova autópsia realizada no Brasil, a pedido da família, que foi feita na última quarta-feira (2).
A DPU levantou dúvidas sobre a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta. O documento indicava que Juliana morreu em decorrência de múltiplas fraturas e lesões internas, segundo o laudo das autoridades indonésias divulgado na sexta-feira (27).
Relembre o caso
Natural de Niterói (RJ), Juliana fazia sozinha um mochilão pela Ásia desde fevereiro. A jovem, de 26 anos, passou por países como Filipinas, Tailândia e Vietnã antes de chegar a Indonésia. No país, decidiu realizar uma trilha de três dias e duas noites no vulcão Rinjani, acompanhada de um guia e cinco turistas.
No segundo dia de percurso, ao parar para descansar, a jovem caiu do penhasco que circunda a trilha junto à cratera do vulcão. O guia, que teria dito para ela parar no caminho e depois reencontrar o grupo, suspeitou da demora e, cerca de 1 hora depois, viu que Juliana havia caído mais de 300 metros em um precipício.
Horas depois, outros turistas que passavam pela trilha conseguiram visualizar a jovem, com o auxílio de um drone. Eles que entraram em contato com a família da brasileira.
Justiça do Rio autoriza cremação de Juliana Marins, brasileira que morreu em trilha na IndonésiaCerimônia de despedida será nesta sexta-feira (4), em Niterói; família havia pedido nova autópsia e questionado laudo das autoridades indonésias Brasil2025-07-03T23:47:41.482ZA Justiça do Rio de Janeiro autorizou nesta quinta-feira (3) a cremação do corpo da publicitária , de 26 anos, que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no entorno do vulcão Rinjani, na Indonésia. A cerimônia de despedida será realizada nesta sexta-feira (4), no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. O velório será aberto ao público das 10h às 12h. Em seguida, das 12h30 às 15h, ocorrerá uma cerimônia reservada a familiares e amigos próximos. O pedido de autorização foi feito pela Defensoria Pública do Estado do Rio, em conjunto com a Defensoria Pública da União (DPU). A liberação do corpo dependia da conclusão de uma , a pedido da família, que foi feita na última quarta-feira (2). A DPU levantou dúvidas sobre a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta. O documento indicava que Juliana morreu em decorrência de múltiplas fraturas e lesões internas, segundo odivulgado na sexta-feira (27). Relembre o caso Natural de Niterói (RJ), Juliana fazia sozinha um mochilão pela Ásia desde fevereiro. A jovem, de 26 anos, passou por países como Filipinas, Tailândia e Vietnã antes de chegar a Indonésia. No país, decidiu realizar uma trilha de três dias e duas noites no vulcão Rinjani, acompanhada de um guia e cinco turistas. No segundo dia de percurso, ao parar para descansar, a jovem caiu do penhasco que circunda a trilha junto à cratera do vulcão. O guia, que teria dito para ela parar no caminho e depois reencontrar o grupo, suspeitou da demora e, cerca de 1 hora depois, viu que Juliana havia caído mais de 300 metros em um precipício. Horas depois, outros turistas que passavam pela trilha conseguiram visualizar a jovem, com o auxílio de um drone. Eles que entraram em contato com a família da brasileira. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/justica-do-rio-autoriza-cremacao-de-juliana-marins-brasileira-que-morreu-em-trilha-na-indonesia