Acordo Mercosul-UE deve atrair investimentos, criar oportunidades e gerar empregos
Parceria amplia exportações e reduz tarifas, avaliam especialistas
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SBT Brasil
11/01/2026, 00:16 • Atualizado em 11/01/2026, 01:03
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O Brasil deve ser o país mais beneficiado com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. A parceria pode atrair investimentos, criar oportunidades e gerar empregos em diversos setores da economia.
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Antes mesmo de entrar em vigor, o tratado já mobiliza o setor produtivo. O acordo prevê a criação de um mercado integrado de cerca de 720 milhões de consumidores, com aumento das trocas comerciais, redução de tarifas e menor dependência de mercados como China e Estados Unidos, hoje os principais destinos das exportações brasileiras.
Segundo estudos, o Brasil tende a concentrar os maiores ganhos, com impacto positivo estimado de até R$ 50 bilhões no PIB ao longo dos próximos 15 anos. No entanto, os efeitos não devem ser distribuídos de forma homogênea entre os setores.
No agronegócio, a expectativa é de resultados mais rápidos. Produtos como carne bovina, soja, café, celulose, açúcar e suco de laranja devem ganhar mais espaço no mercado europeu. Já na indústria, o cenário é mais cauteloso, especialmente em segmentos como máquinas e equipamentos, que temem o aumento da concorrência.
Por outro lado, setores como o têxtil veem no acordo a chance de ampliar exportações e equilibrar a balança comercial com a União Europeia. Especialistas avaliam que o impacto final dependerá da capacidade do Brasil de melhorar a competitividade, investir em infraestrutura e reduzir custos de produção.
Acordo Mercosul-UE deve atrair investimentos, criar oportunidades e gerar empregos Parceria amplia exportações e reduz tarifas, avaliam especialistasEconomia2026-01-11T00:16:48.287ZO Brasil deve ser o país mais beneficiado com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. A parceria pode atrair investimentos, criar oportunidades e gerar empregos em diversos setores da economia. Antes mesmo de entrar em vigor, o tratado já mobiliza o setor produtivo. O acordo prevê a criação de um mercado integrado de cerca de 720 milhões de consumidores, com aumento das trocas comerciais, redução de tarifas e menor dependência de mercados como China e Estados Unidos, hoje os principais destinos das exportações brasileiras. Segundo estudos, o Brasil tende a concentrar os maiores ganhos, com impacto positivo estimado de até R$ 50 bilhões no PIB ao longo dos próximos 15 anos. No entanto, os efeitos não devem ser distribuídos de forma homogênea entre os setores. No agronegócio, a expectativa é de resultados mais rápidos. Produtos como carne bovina, soja, café, celulose, açúcar e suco de laranja devem ganhar mais espaço no mercado europeu. Já na indústria, o cenário é mais cauteloso, especialmente em segmentos como máquinas e equipamentos, que temem o aumento da concorrência. Por outro lado, setores como o têxtil veem no acordo a chance de ampliar exportações e equilibrar a balança comercial com a União Europeia. Especialistas avaliam que o impacto final dependerá da capacidade do Brasil de melhorar a competitividade, investir em infraestrutura e reduzir custos de produção.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/economia/acordo-mercosul-ue-deve-atrair-investimentos-criar-oportunidades-e-gerar-empregos
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