Ibovespa avança, supera 192 mil pontos e bate novo recorde
O principal índice da B3 superou a marca inédita de 192 mil pontos e chegou a tocar 192.234,55 pontos, acima do recorde intradiário da véspera


Exame.com
O Ibovespa abriu em alta nesta quarta-feira (25) e voltou a renovar suas máximas históricas logo nos primeiros minutos de negociação. O principal índice da B3 superou a marca inédita de 192 mil pontos e chegou a tocar 192.234,55 pontos, acima do recorde intradiário da véspera, de 191.780,77 pontos.
O avanço ocorre após o índice ter fechado na terça, 24, em alta de 1,40%, aos 191.490,40 pontos — novo recorde de encerramento e o 13º do ano. Na abertura de hoje, o movimento positivo foi sustentado por um ambiente externo mais favorável e pela busca por ativos de risco, mesmo com as preocupações em torno das novas tarifas dos Estados Unidos ficando temporariamente em segundo plano.
Os investidores concentram atenções no setor de tecnologia, à espera do balanço da Nvidia, previsto para depois do fechamento em Nova York.
A empresa, atualmente a maior do mundo em valor de mercado, deve reportar alta de 62% no lucro no trimestre encerrado em janeiro, com crescimento de 68% na receita. Como a companhia superou as estimativas de vendas por 13 trimestres consecutivos, o mercado trabalha com expectativas ainda mais elevadas.
Em Wall Street, os índices futuros operam em alta nesta manhã. O Dow Jones Futuro sobe 0,24%, o Nasdaq Futuro avança 0,25% e o S&P 500 Futuro ganha 0,28%, sinalizando continuidade do apetite por risco.
No mercado doméstico, o dólar comercial recua 0,40%, a R$ 5,135, após ter encerrado a véspera a R$ 5,15, na menor cotação de fechamento em quase dois anos. Os juros futuros também apresentam queda ao longo de toda a curva.
Os investidores também repercutem a pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta terça, que, pela primeira vez, apontou o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ainda que por uma diferença de apenas 0,1 ponto percentual — dentro da margem de erro.
No cenário estimulado, Flávio Bolsonaro registra 46,3% das intenções de voto, contra 46,2% de Lula. A diferente entre os dois já foi de 12 pontos percentuais.









