Brasil

Justiça do DF nega habeas corpus do ex-piloto Pedro Turra

Com a decisão, Turra segue preso preventivamente em uma cela individual no Complexo Penitenciário da Papuda

Imagem da noticia Justiça do DF nega habeas corpus do ex-piloto Pedro Turra
Pedro Turra era piloto automobilístico | Reprodução/Instagram
• Atualizado em

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou, nesta quinta-feira (11), o pedido de habeas corpus do ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos. A decisão foi tomada por unanimidade pela 2ª Vara Criminal de Taguatinga, região administrativa a 20 km de Brasília.

SBT News Logo

Acompanhe o SBT News nas TVs por assinatura Claro (586), Vivo (576), Sky (580) e Oi (175), via streaming pelo +SBT, Site e YouTube, além dos canais nas Smart TVs Samsung e LG.

Siga no Google Discover

Na sessão, a defesa do ex-piloto argumentou que não houve apresentação de fatos novos que justifiquem a prisão preventiva de Turra. Os advogados afirmaram ainda que o acusado não tem antecedentes criminais e colaborou com as investigações. Também alegaram que Pedro Turra corre perigo na prisão.

O relator do TJDFT entendeu que os argumentos da defesa não se sustentam e afirmou que a morte do adolescente foi um fato novo relevante para o processo. Disse também que a Justiça identificou indícios de tentativa de interferência na investigação, como a orientação a testemunhas para combinarem versões da confusão.

Pedro Turra é acusado de homicídio doloso qualificado por motivo fútil pela morte do adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos. Durante uma briga, que começou por causa de um chiclete, a vítima bateu a cabeça na porta de um carro e sofreu traumatismo craniano. O adolescente ficou 15 dias internado em estado grave em um hospital particular de Brasília e morreu no último sábado (7).

A briga ocorreu em 23 de janeiro, e o ex-piloto está preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde 2 de fevereiro. Inicialmente, ele havia sido preso em flagrante, mas pagou fiança de R$ 24,3 mil e foi liberado. Dias depois, a prisão preventiva foi decretada.

Na quarta-feira (11), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o ex-piloto por homicídio doloso qualificado. Para o MP, ele assumiu o risco de matar ao agredir violentamente o adolescente Rodrigo Castanheira.

Assuntos relacionados

Polícia Civil
Distrito Federal

Últimas Notícias