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As audiências acontecem na 5ª Vara do Júri do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, e têm previsão de durar cinco dias. Ao todo, 40 testemunhas deverão ser ouvidas antes da conclusão da fase de produção de provas.
Nesta terça-feira (30), a expectativa é de que 12 testemunhas prestem depoimento. O primeiro dia da instrução, realizado na segunda-feira (29), ocorreu de forma virtual devido ao regime especial adotado pelo Tribunal de Justiça durante o jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Apenas duas testemunhas foram ouvidas.
Na quarta-feira (1º), está previsto o depoimento especial da filha de Gisele, de 7 anos. A oitiva será realizada em ambiente apropriado para preservar a criança, conforme prevê a legislação.
Após a conclusão dos depoimentos, será a vez do interrogatório do tenente-coronel, atualmente preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo.
Tenente-coronel cobrava que esposa fosse "fêmea beta obediente e submissa"; ele é acusado de feminicídio e fraude processual | Reprodução/SBT
A fase de instrução é uma das etapas mais importantes da ação penal. É nesse momento que acusação e defesa apresentam provas e testemunhas para subsidiar a decisão da Justiça.
Ao fim das audiências, o juiz decidirá se o militar será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável pelos crimes dolosos contra a vida.
Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que o caso deve tramitar na Justiça comum, por entender que o crime investigado não possui natureza militar.
Relembre o caso
A PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, tenente-coronel da corporação | Reprodução
Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, no bairro do Brás, na região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.
Os investigadores também apontaram indícios de manipulação da cena do crime, incluindo vestígios de sangue incompatíveis com a hipótese de suicídio e sinais de tentativa de ocultação de provas.
Caso Gisele: tenente-coronel deve ser interrogado na sexta40 testemunhas devem ser ouvidas em semana de audiência; Geraldo Leite Rosa Neto é réu por feminicídio e fraude processualBrasil2026-06-30T14:14:38.385ZA Justiça de São Paulo realiza nesta semana a fase de instrução do processo que apura a . A principal expectativa é para sexta-feira (3), quando o , deve ser interrogado pela primeira vez em juízo. As audiências acontecem na 5ª Vara do Júri do Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, e têm previsão de durar cinco dias. Ao todo, 40 testemunhas deverão ser ouvidas antes da conclusão da fase de produção de provas. Nesta terça-feira (30), a expectativa é de que 12 testemunhas prestem depoimento. O primeiro dia da instrução, realizado na segunda-feira (29), ocorreu de forma virtual devido ao regime especial adotado pelo Tribunal de Justiça durante o jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Apenas duas testemunhas foram ouvidas. Na quarta-feira (1º), está previsto o depoimento especial da filha de Gisele, de 7 anos. A oitiva será realizada em ambiente apropriado para preservar a criança, conforme prevê a legislação. Após a conclusão dos depoimentos, será a vez do interrogatório do tenente-coronel, atualmente preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo. + "O cara vai lavar a mão": Audiência define próximos passos do processo A fase de instrução é uma das etapas mais importantes da ação penal. É nesse momento que acusação e defesa apresentam provas e testemunhas para subsidiar a decisão da Justiça. Ao fim das audiências, o juiz decidirá se o militar será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável pelos crimes dolosos contra a vida. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que o caso deve tramitar na Justiça comum, por entender que o crime investigado não possui natureza militar. Relembre o caso Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde vivia com o marido, no bairro do Brás, na região central de São Paulo, em 18 de fevereiro. Inicialmente, o tenente-coronel afirmou que a esposa havia cometido suicídio enquanto ele tomava banho. No entanto, a . Segundo documentos obtidos pelo SBT News na época, a . Os investigadores também apontaram indícios de manipulação da cena do crime, incluindo vestígios de sangue incompatíveis com a hipótese de suicídio e sinais de tentativa de ocultação de provas.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/caso-gisele-tenente-coronel-deve-ser-interrogado-na-sexta
Projeto equipara ódio às mulheres ao crime de racismo e torna a prática inafiançável e imprescritível; pena prevista é de dois a cinco anos de reclusão e multa