Roberto Azevêdo, ex-OMC, é citado para Itamaraty de Flávio
Segundo aliados de Flávio, a ‘madrinha’ do novo ministro das Relações Exteriores, se o senador se eleger, será a senadora Tereza Cristina

O diplomata Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), é citado por aliados de Flávio Bolsonaro (PL) como um dos cotados para comandar o Ministério das Relações Exteriores caso o senador vença o segundo turno das eleições.
Azevêdo coordenou o plano de governo de Ronaldo Caiado (PSD) para comércio exterior e é um nome bem avaliado pelo agronegócio. De acordo com o entorno de Flávio, a “madrinha” do novo ministro do Itamaraty, se o senador se eleger, será a senadora Tereza Cristina (PP-MS).
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O agro quer evitar que um radical assuma o Itamaraty, como ocorreu no início do governo Jair Bolsonaro, quando Ernesto Araújo chefiou a diplomacia brasileira. Lideranças do agronegócio dizem que a ideia é que o MRE se engaje na defesa da imagem do setor no exterior e auxilie na abertura de novos mercados.
Ainda há dúvida sobre qual seria a influência do ex-deputado Eduardo Bolsonaro no Ministério das Relações Exteriores em eventual governo do irmão. Na última semana, ele prometeu uma “faxina” no Itamaraty.
Eduardo está nos Estados Unidos desde 2025, quando passou a articular sanções a autoridades brasileiras. O ex-deputado tem uma série de conexões com a direita internacional, mas suas posições são vistas pelo agro como radical demais.
























