Kakay diz a Temer estar ‘decepcionado’ com apoio a Flávio
Advogado aliado do presidente Lula enviou mensagem ao ex-presidente Michel Temer para criticá-lo por defender a eleição de Flávio Bolsonaro no 2º turno

Kakay integra a defesa do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto| Reprodução
O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, enviou uma mensagem a Michel Temer (MDB) para reclamar do apoio do ex-presidente à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto. Nesta segunda-feira (5), o emedebista decidiu defender a eleição do senador no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
🤳Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Clique aqui.
Conhecido por defender políticos em casos criminais, Kakay é aliado de Lula e faz parte do Prerrogativas, grupo de advogados progressistas.
“Presidente quero registrar, exatamente por respeitá-lo até o dia de hoje, a mais profunda decepção, tristeza mesmo, por seu apoio ao miliciano, fascista, sem nenhum projeto digno para o Brasil”, escreveu Kakay a Temer.
“Este grupo é mais do que um atraso, é um grupo completamente sem limite, despreparado, desonesto, entreguista, que cultua a tortura. Sempre optei por respeitá-lo e nos mais diversos grupos encontrava alguma explicação política para nossas diferenças”, emendou Kakay.
A mensagem foi enviada nesta segunda-feira (5), mas Temer não respondeu. A Coluna procurou o ex-presidente e o espaço segue aberto para eventuais manifestações.
“Infelizmente hoje o limite foi rompido. Ninguém pode apoiar a milícia e o fascismo. Se este grupo miliciano ganhar - com seu apoio- o Brasil estará entrando em um profundo abismo onde todas as conquistas sociais de todos os governos, FHC, Lula, Dilma, seu governo estarão explodidas. Será o fim da democracia. E seu apoio será sempre lembrado e cobrado”, diz outro trecho da mensagem enviada por Kakay a Temer.
Em 2025, o advogado havia enviado uma carta aberta a petistas em que afirmava que neste terceiro mandato Lula estava “isolado e capturado”.

























