O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), admitiu duas ações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposto abuso de poder político nas eleições de 2026. Os dois terão cinco dias para apresentar defesa.
As decisões foram tomadas nesta quinta-feira (5) e envolvem acusações apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado por Lula na disputa presidencial, e pelo partido Novo.
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Na ação de Flávio, a acusação é de que o governo federal teria utilizado a estrutura pública de comunicação para promover a imagem de Lula durante o ano eleitoral. Os advogados do senador também questionam gastos com publicidade institucional e a divulgação de conteúdos oficiais durante o período de restrições eleitorais.
A ação inclui ainda o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira. Flávio pede a cassação do registro ou diploma de Lula e Alckmin, além da declaração de inelegibilidade dos investigados.
Já o Novo acusa o presidente de utilizar medidas do governo para conquistar apoio eleitoral. Segundo o partido, Lula editou 35 atos normativos, entre medidas provisórias e decretos, de janeiro a 16 de outubro de 2026, que criaram ou ampliaram benefícios à população ou trataram de temas de forte apelo popular.
A legenda argumenta que a concentração dessas medidas no ano eleitoral pode caracterizar abuso de poder político. O partido também pede a cassação dos registros ou diplomas de Lula e Alckmin e a declaração de inelegibilidade dos dois por oito anos.
Com as decisões, os investigados terão cinco dias para apresentar defesa. A admissão das ações não significa que o TSE tenha reconhecido irregularidades. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça Eleitoral.
TSE admite ações contra Lula-Alckmin por abuso de poderPresidente e vice têm cinco dias para se defender de acusações apresentadas por Flávio Bolsonaro e pelo Novo sobre suposto abuso de poder políticoPolítica2026-11-05T22:14:58.112ZO corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), admitiu duas ações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) por suposto abuso de poder político nas eleições de 2026. Os dois terão cinco dias para apresentar defesa. As decisões foram tomadas nesta quinta-feira (5) e envolvem acusações apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado por Lula na disputa presidencial, e pelo partido Novo. 🤳 Notícias em primeira mão: baixe nosso aplicativo gratuito e leve o jornalismo do SBT News com você, onde estiver! Na ação de Flávio, a acusação é de que o governo federal teria utilizado a estrutura pública de comunicação para promover a imagem de Lula durante o ano eleitoral. Os advogados do senador também questionam gastos com publicidade institucional e a divulgação de conteúdos oficiais durante o período de restrições eleitorais. A ação inclui ainda o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira. Flávio pede a cassação do registro ou diploma de Lula e Alckmin, além da declaração de inelegibilidade dos investigados. Já o Novo acusa o presidente de utilizar medidas do governo para conquistar apoio eleitoral. Segundo o partido, Lula editou 35 atos normativos, entre medidas provisórias e decretos, de janeiro a 16 de outubro de 2026, que criaram ou ampliaram benefícios à população ou trataram de temas de forte apelo popular. A legenda argumenta que a concentração dessas medidas no ano eleitoral pode caracterizar abuso de poder político. O partido também pede a cassação dos registros ou diplomas de Lula e Alckmin e a declaração de inelegibilidade dos dois por oito anos. Com as decisões, os investigados terão cinco dias para apresentar defesa. A admissão das ações não significa que o TSE tenha reconhecido irregularidades. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça Eleitoral.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/tse-admite-acoes-contra-lula-alckmin-por-abuso-de-poder
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