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“São inadequações que não se resolvem com bravatas, ameaças, retroques ou agressões. Resolve-se pelo diálogo entre nações, especialmente entre nações parceiras. E esse diálogo ocorre por diversos meios: pela diplomacia tradicional, pelo contato entre os legislativos e, naturalmente, pela interlocução entre os chefes de governo”, afirmou o ex-presidente.
Temer também defendeu que eventuais retaliações do Brasil às tarifas norte-americanas devem respeitar os tratados internacionais e a Constituição Federal. Ele enfatizou a necessidade de cautela: “Em momentos sombrios, sejamos sóbrios. O bom senso e o cálculo estratégico devem prevalecer, sem jamais partir para um confronto que transforme a situação em uma briga de rua.”
As novas tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos entram em vigor em 1º de agosto. O Brasil foi o país mais penalizado, com tarifa de 50% sobre seus produtos. Em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Trump alegou que a medida visa “corrigir graves injustiças do sistema comercial atual”.
A relação entre os dois países tem se deteriorado nos últimos meses, especialmente após declarações de Trump em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no processo que investiga tentativa de golpe de Estado.
Além de Lula, ministros do Supremo também se tornaram alvos. Na última sexta-feira (18), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou a revogação dos vistos do ministro Alexandre de Moraes, de familiares e de outros magistrados ligados ao STF. A decisão ocorreu no mesmo dia em que Moraes autorizou nova operação da Polícia Federal contra Bolsonaro e determinou medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Temer critica cancelamento de vistos de ministros do STF: “injustificáveis e inadmissíveis”Ex-presidente condenou recentes atitudes de Donald Trump e defendeu que os problemas diplomáticos não devem ser resolvidos com bravatas e agressões Política2025-07-23T23:16:40.686ZO ex-presidente Michel Temer publicou, nesta quarta-feira (23), um vídeo na rede social X (antigo Twitter) em que condena as recentes atitudes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como a imposição de s e o ). Para Temer, as medidas são “injustificáveis e inadmissíveis”. “São inadequações que não se resolvem com bravatas, ameaças, retroques ou agressões. Resolve-se pelo diálogo entre nações, especialmente entre nações parceiras. E esse diálogo ocorre por diversos meios: pela diplomacia tradicional, pelo contato entre os legislativos e, naturalmente, pela interlocução entre os chefes de governo”, afirmou o ex-presidente. Temer também defendeu que eventuais retaliações do Brasil às tarifas norte-americanas devem respeitar os tratados internacionais e a Constituição Federal. Ele enfatizou a necessidade de cautela: “Em momentos sombrios, sejamos sóbrios. O bom senso e o cálculo estratégico devem prevalecer, sem jamais partir para um confronto que transforme a situação em uma briga de rua.” Crise diplomática entre Brasil e EUA As novas tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos entram em vigor em 1º de agosto. O Brasil foi o país mais penalizado, com tarifa de 50% sobre seus produtos. Em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Trump alegou que a medida visa “corrigir graves injustiças do sistema comercial atual”. A relação entre os dois países tem se deteriorado nos últimos meses, especialmente após declarações de Trump em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no processo que investiga tentativa de golpe de Estado. Além de Lula, ministros do Supremo também se tornaram alvos. Na última sexta-feira (18), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, , de familiares e de outros magistrados ligados ao STF. A decisão ocorreu no mesmo dia em que Moraes autorizou nova operação da e determinou medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/temer-critica-cancelamento-de-vistos-de-ministros-do-stf-injustificaveis-e-inadmissiveis