Racha no BRICS deve exigir cautela de Lula após Brasil condenar ataques ao Irã
Presidente ainda não se manifestou publicamente sobre o conflito e monitora a escalada de ataques
Nathalia Fruet
Criado em 2001, o Brics reúne as maiores economias emergentes do mundo. Foto: Agência Brasil
O presidente Lula deve usar o “pragmatismo” com ética para se manifestar sobre o conflito no Oriente Médio. É o que afirmam assessores do Palácio do Planalto que monitoram a situação.
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O conflito coloca em lados opostos países do BRICS - o grupo econômico com dez países emergentes - entre eles, o Brasil, o próprio Irã, o Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. Com a guerra, que começou no sábado (27), a Índia, que atualmente preside o BRICS, saiu em defesa de Israel. Já China e Rússia, que também compõem o bloco, assim como o governo brasileiro, ficaram do lado dos iranianos.
O chanceler Celso Amorim, assessor especial da presidência, afirmou ao SBT News que o conflito no Oriente Médio será um grande teste para o BRICS e para o Brasil, já que o presidente Lula é um dos principais entusiastas para que o bloco seja consolidado e se transforme em alternativa à polarização EUA e China.
No ano passado, o presidente Donald Trump manifestou incômodo com o BRICS e usou o tarifaço para punir os países emergentes, logo depois que o Brasil sediou encontro no Rio de Janeiro.
Racha no BRICS deve exigir cautela de Lula após Brasil condenar ataques ao IrãPresidente ainda não se manifestou publicamente sobre o conflito e monitora a escalada de ataques Política2026-03-03T21:55:02.772ZO presidente Lula deve usar o “pragmatismo” com ética para se manifestar sobre o . É o que afirmam assessores do Palácio do Planalto que monitoram a situação. O governo brasileiro no entanto, Lula ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto. O conflito coloca em lados opostos países do BRICS - o grupo econômico com dez países emergentes - entre eles, o Brasil, o próprio Irã, o Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. Com a guerra, que começou no sábado (27), a Índia, que atualmente preside o BRICS, saiu em defesa de Israel. Já China e Rússia, que também compõem o bloco, assim como o governo brasileiro, ficaram do lado dos iranianos. Diplomatas dizem que Lula deverá se manifestar pedindo paz e o fim do conflito, mas deve evitar o tom mais incisivo, como fez depois da guerra em Gaza. Em junho do ano passado, quando o Irã também foi atacado, o , o que não ocorreu agora. e, e os governos desses países têm reagido aos ataques. O chanceler Celso Amorim, assessor especial da presidência, afirmou ao SBT News que , já que o presidente Lula é um dos principais entusiastas para que o bloco seja consolidado e se transforme em alternativa à polarização EUA e China. No ano passado, o presidente Donald Trump manifestou incômodo com o BRICS e usou o tarifaço para punir os países emergentes, logo depois que o Brasil sediou encontro no Rio de Janeiro.São PauloSPSudestehttps://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/racha-no-brics-deve-exigir-cautela-de-lula-apos-brasil-condenar-ataques-ao-ira